Senador Blairo Maggi (PR-MT) acionou a Polícia Federal (PF) solicitando providências urgentes contra os responsáveis por um suposto esquema de arapongagem atribuído ao bicheiro Carlinhos Cachoeira com objetivo de obter munição para envenenar as relações entre o PR e o Palácio do Planalto. Em nota, o republicano afirma que ele próprio foi alvo de um grupo especializado em serviços de espionagem e teve seus sigilos telefônicos e de internet violados por arapongas a serviço de interesses escusos com atuação em Brasília.

Conforme nota enviada pela assessoria do parlamentar, notícias veiculadas na impresa apontam que a PF já tem conhecimento do fato, uma vez que uma denúncia sobre o esquema já chegou até o órgão há pelo menos 30 dias. “O parlamentar vem a público condenar toda e qualquer prática de investigação ilegal e reforça a denúncia à PF, pedindo providências enérgicas a fim de que os responsáveis sejam cível e criminalmente punidos, para que, ações desse tipo não violem a própria Constituição e não coloquem em xeque o estado democrático de direito”,diz o comunicado.

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Matéria veículada pelo site da Folha de São Paulo em maio deste ano informava que a Câmara Legislativa do Distrito Federal comprou por R$ 301 mil um equipamento capaz tanto de detectar a existência de grampos quanto de fazê-los. Mas segundo, a publicação, a Câmara disse que os equipamentos têm “a única finalidade de contra-vigilância” e não serão usados para interceptar ligações. A deputada Celina Leão, líder do PSD lidera um movimento para tentar implantar a CPI da Arapongagem e investigar justamente os supostos grampos ilegais. A CPI pretende apurar supostas escutas ilegais em telefonemas de mais da metade dos deputados distritais.

Até o momento a Polícia Federal ainda não se manifestou sobre o assunto.

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