Riquelme é o preferido dos internautas, mas é Diego o número 1 na preferência de Zinho no Fla
(Foto: Montagem sobre fotos da Getty Images e Agência AFP)

A diretoria do Flamengo tem pressa. A contar desta terça-feira, faltam apenas 11 dias para o fechamento da janela de transferências do exterior. Se descontados o sábado e o domingo, a prazo cai para nove. Pouco mais de uma semana para o Rubro-Negro contratar o novo camisa 10 da Gávea. O plano A é Diego. O meia, de 27 anos, é o favorito do diretor de futebol Zinho, que aguarda uma resposta do Wolfsburg nesta terça-feira sobre a proposta feita na semana passada. E é justamente o formato da oferta que dá força a outro

Aos 34 anos, o argentino anunciou sua saída do Boca Juniors depois da final da Libertadores contra o Corinthians, na quarta-feira passada. A partir daí, formou-se uma forte corrente no clube que defende a contratação do jogador. Pelos corredores da sede, dirigentes apostam que Riquelme seria uma opção mais segura no momento e deixaria os torcedores mais satisfeitos. Os que defendem a contratação usam o baixo custo e a experiência do atleta como justificativas.

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A negociação com Diego é a única em andamento. O vice de finanças Michel Levy montou uma engenharia financeira para tentar fazer a contratação. A estratatégia, no entanto, está sendo apontada como obstáculo. O custo total é de R$ 15 milhões por um ano de contrato, com possibilidade de renovação, quando seriam somados novos valores. Na proposta levada ao Wolfsburg, R$ 7,5 milhões seriam pagos pela Volkswagen, acionista do clube alemão que estamparia sua marca no espaço nobre da camisa do Rubro-Negro pelo menos até o fim do ano.

Os outros R$ 7,5 milhões seriam bancados pelo clube. Com isso, Diego receberia R$ 15 milhões por um ano, contando os impostos. Ao fim do contrato, uma nova negociação com a Volkswagen discutiria valores para uma prorrogação do vínculo. O salário de Diego seria em torno de R$ 1,2 milhão, praticamente a mesma quantia que recebia Ronaldinho Gaúcho. A corrente pró-Riquelme vai na ferida deixada pela saída do ex-camisa 10 e alega que outra contratação milionária deixaria a administração de Patricia Amorim em risco num ano eleitoral.

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Com a camisa do Boca, Riquelme conquistou seis títulos argentinos, três Libertadores, uma Recopa Sul-Americana e um Mundial de Clubes. Ele defendeu o clube entre 1996 e 2002, quando se transferiu para o Barcelona. De lá rumou ao Villarreal, onde ficou até 2007, quando retornou ao Boca por empréstimo. Depois de mais uma breve passagem pelo Villarreal, Riquelme chegou de volta ao Boca em 2008 e, desde então, não saiu mais do clube.

A escolha já foi feita por Zinho, que só espera a posição dos alemães. O dirigente conversou com Diego e ouviu do ex-santista que seria um sonho jogar no Flamengo. Zinho disse nesta segunda-feira, em entrevista à Rádio Tupi, que Riquelme não possui exatamente as características necessárias ao Flamengo, embora reconheça que um possível acerto com o argentino traria retorno de visibilidade.

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