Mato Grosso confirma o sucesso da campanha de vacinação contra a febre aftosa de 2012. Em maio deste ano, foram vacinados mais de 12,2 milhões de bovinos e bubalinos com até dois anos de idade. O total vacinado corresponde a 99,8% do rebanho existente nessa faixa etária em território mato-grossense. A baixa inadimplência alcançada este ano deve-se, primeiro, ao incessante trabalho de divulgação, educação sanitária e fiscalização por parte da coordenação de Defesa Animal do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea/MT), e, segundo, ao apoio dos produtores rurais que confiam nessa iniciativa para manter o rebanho mato-grossense livre de febre aftosa.

Segundo dados da secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar, desde 2007, todas as etapas da campanha de vacinação contra febre aftosa têm alcançado índices de vacinação superiores a 99%, que garantem a homogeneidade entre as regiões do Estado. Segundo a coordenação de Defesa Animal Indea/MT, em torno de 500 servidores atuaram na fiscalização visitando as propriedades.

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O Indea e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) são os órgãos oficiais responsáveis pela regulamentação, divulgação, educação sanitária, controle e fiscalização da vacinação, cabendo ao produtor arcar com a aquisição e aplicação da vacina.

A campanha de vacinação, em Mato Grosso, conta ainda com a parceria com entidades ligadas ao setor pecuário, como a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo), Associação Mato-grossense dos Criadores de Ovinos (Ovinomat) e Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (Fesa).

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O último foco de febre aftosa em Mato Grosso foi registrado em 1996 e agora o Estado é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre de febre aftosa com vacinação, condição regularmente comprovada pelas ações de vigilância e inquéritos epidemiológicos realizados pelo Indea e Mapa.

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