Reunião aconteceu na sala de reuniões da prefeitura – Foto: AGORA MT

As entidades que compõe o Gabinete de Gestão Integrada (GGI) apresentaram na manhã de hoje durante uma reunião o seu histórico, funções e as reivindicações ao senador Blairo Maggi (PR) com o intuito de conseguir apoio político para as necessidades do munícipio em relação a segurança pública. Cada entidade apresentou os seus pontos críticos para que o senador se reitere da situação e aja a favor da causa.

O secretário executivo do GGI, Nildeson Candido da Silva, explicou ao senador o que a instituição vem fazendo para tentar melhorar a segurança na cidade e aproveitando a oportunidade cobrou do parlamentar para que haja verbas que sejam destinadas as compras de equipamentos para as entidades que são envolvidas com a segurança.

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Nildeson usou como exemplo a questão de quando há necessidade de uma vítima reconhecer o assaltante, onde ela acaba recuando de dizer se reconhece ou não o criminoso por estar na presença dele com medo de sofrer represália. “Para evitar situações como essa é preciso que a polícia possa contar com filmadoras e máquina fotográficas para fazer esse tipo de trabalho para que as vítimas não tenham que ficar de frente com os criminosos”, fala.

Outro ponto levantado pelo secretário executivo do GGI é a questão das tornozeleiras eletrônicas. “Queremos pedir o apoio do senador para que  nos ajude a trazer esse projeto para a cidade. Já estivemos reunidos com representantes do Governo do Estado, mas a condição deles para trazer  o projeto das tornozeleiras para a cidade é de que mandem mais 300 presos de Cuiabá para o presídio de Rondonópolis”, fala.

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Nildeson afirmou que o GGI deseja que o projeto seja implantado na cidade, mas sem nenhuma moeda de troca. “O Estado quer resolver o problema de Cuiabá mandado os detentos para o interior, o que não é correto, já que a Mata Grande não tem estrutura para receber ainda mais presos.  O senador Blairo Maggi afirmou que na verdade as reivindicações não são nenhuma novidade para ele, já que esses problemas sempre ocorreram, até  mesmo dele ser governador de Mato Grosso.

“As reivindicações são as mesmas daquela época e isso tudo resume em falta de recurso, o orçamento nessa área e nas outras são limitados e é preciso ver o que se da para fazer com que se têm mãos”, alega. Maggi se colocou a disposição para colaborar no que for preciso e fez sugestões para o GGI pedindo que de alguma forma o Gabinete possa levar essas discussões até as escolas e as famílias da cidade.

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“Precisamos saber o que tem causado essa violência, a prática de crimes na cidade e a família nesse contesto também tem responsabilidades que precisam ser discutidas para podem tentar amenizar as consequências para a sociedade”, conta.

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