Foto: assessoria

Em reunião esta manhã com um grupo de pais de crianças portadoras de diabetes tipo 1(DM1), que são dependentes de insulina, comoveu o candidato a prefeito Percival Muniz (PPS), que estava acompanhado do vice Rogério Salles (PSDB). Eles ficaram sensibilizados com as histórias de sofrimento vivenciado diariamente pelas crianças portadoras da doença e os seus familiares. A reunião ocorreu no ateliê do artista plástico Valcides Arantes, que disputa uma vaga na Câmara de Vereadores pelo PPS.

Percival se comprometeu com os pais com a criação de  um Centro de Apoio aos Diabéticos, que será voltados também para o atendimento de portadores de outras doenças, como os hipertensos.

“Nós seremos os executores do Plano de Governo que está saindo das nossas conversas e debates com os segmentos organizados.  Vocês levantam o que é necessário para termos um atendimento digno e  humano e nós vamos criar as condições para transformar tudo em realidade.  De antemão, já nos comprometemos com a criação de um Centro de Apoio aos Diabéticos, que também poderá beneficiar os portadores de doenças como hipertensão e colesterol alto”, adiantou Percival.

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Os pais que participaram da reunião fazem parte do Grupo de Pais de Apoio às crianças diabéticas tipo 1, que funciona junto ao Ceadas existe desde 2002.Eles  explicaram que  decidiram procurar os candidatos da coligação “A Força da Gente” , pois percebem neles disposição e sensibilidade para estabelecer, caso sejam eleitos,  uma atenção especial para as pessoas portadoras da doença, especialmente as crianças e os adolescentes.

Eles reclamaram com Percival e Rogério que hoje o município fornece apenas o medicamento conhecido como insulina Regular e NPH, além de seringas acopladas a agulhas que variam entre oito e 12 milímetros de comprimento e causam dor e incômodo nos diabéticos, principalmente para as crianças, pois tem que fazer a aplicação de até seis a sete vezes ao dia.

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Ainda segundo os pais, o medicamento distribuído hoje tem curta duração e, com isso, são necessárias muitas aplicações para que os níveis de glicose se mantenham sob controle.

“Já com o tratamento à base de insulinas de efeito prolongado o número de aplicações fica reduzido e ainda ameniza os efeitos colaterais”, disse Graciele Abadia Vilela, mãe de um filho, de 16 anos, portador de diabetes tipo 1 há três anos.

Os pais querem, além de garantir às crianças e adolescentes portadores de diabetes tipo 1 local adequado para  que possam ter tratamento mais humanizado, ter acesso a medicamentos gratuitos, como as insulinas de efeito mais prolongado.

Eles reivindicam, também, às canetas aplicadoras de insulina e agulhas de quatro a seis milímetros, bem como a contratação de um médico endócrino-pediatra, além de psicólogo e assistente social para fazer o acompanhamento das crianças e da família.

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“É muito desumano e falta sensibilidade do gestor público em não adquirir equipamentos que podem produzir menos desconforto e melhorar a qualidade de vida do portador da doença”, lamentou Percival, reafirmando o seu compromisso com a criação do local para servir como centro de  apoio ao diabético.

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