O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA) divulgou esta semana os primeiros dados com as projeções para as principais culturas do Estado para os próximos dez anos, conforme estudos do AgroMT outlook

Na análise foi abordado o futuro da pecuária de corte em Mato Grosso, que de sobremaneira, deve lidar com um processo de redução de áreas de pastagens de 19%, em virtude principalmente do avanço de áreas de plantio de grãos. Todavia, espera-se que a produção da bovinocultura de corte venha a registrar uma elevação de 42%.

E esse processo deve se dar através da intensificação da produção, por meio do aumento da utilização da área disponível, assim como, pelos ganhos nos índices de produtividade. Com isso, se faz necessário um planejamento de longo prazo, afim de, difundir novas técnicas de produção e tecnologias já disponíveis aos produtores, assim como, disponibilizar meios para o suporte financeiro aos produtores do Estado, para que possam realizar os investimentos necessários no longo prazo.

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EXPORTAÇÃO

O bom resultado dos embarques de carne in natura de Mato Grosso em agosto foi, em grande parte, devido ao aumento das vendas para dois importantes mercados para a carne do Estado, o Chile e o Egito. No último mês foi registrado o segundo maior embarque para ambos os destinos, de 1,92 mil toneladas para o Chile, inferior apenas ao de abril deste ano de 2,23 mil toneladas, e de 4,10 mil toneladas para o Egito, apenas 0,8% menor que o embarque de 4,13 toneladas de julho de 2010.

O mercado chileno passou a ganhar destaque na pauta das exportações de Mato Grosso com o surto de febre aftosa no Paraguai, seu antigo maior fornecedor. Enquanto o Egito já representava um importante mercado no exterior, tendo os embarques no início do ano passado afetados pela turbulência política que atravessava o país em razão do movimento denominado “primavera árabe”. Com isso, no acumulado de janeiro a agosto, as exportações avançaram 262% para o Chile e 117% para o Egito.

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