Chineses vão a prédios oficiais em Ningbo nesta segunda-feira (29) após protestos em obra paralisada de refinaria (Foto: AFP)

A polícia chinesa tentava nesta segunda-feira (29) dispersar os manifestantes reunidos na cidade portuária de Ningbo (leste do país) após o anúncio da suspensão da construção de uma refinaria que provocou forte oposição dos moradores.

Diante da forte pressão popular diante da preocupação com a saúde e da revolta com a expulsão forçada de milhares de pessoas para abrir espaço à fábrica, as autoridades anunciaram no domingo (28) a suspensão da construção de uma refinaria da filial da gigante Sinopec, um projeto de 55,9 bilhões de yuanes (R$ 18 bilhões).

Antes do anúncio da suspensão, a polícia utilizou gás lacrimogêneo contra os manifestantes que protestavam há uma semana. Segundo a imprensa de Hong Kong, os manifestantes atacaram uma delegacia e destruíram carros. Neste domingo, os moradores foram a prédios oficiais da cidade fazer mais protestos.

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Apesar do compromisso das autoridades de paralisar os trabalhos, os moradores temem que a medida seja tática para dispersar os protestos.

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