O ex-senador Demóstenes Torres sofreu uma nova derrota pessoal nesta quarta-feira (10) ao ser afastado do cargo de Procurador de Justiça do Estado de Goiás. A decisão é da Corregedoria Geral do MP-GO (Ministério Público do Estado de Goiás), que abriu um processo administrativo disciplinar contra Torres.

Em nota, o MP explicou que a suspensão foi necessária para “apurar violação de deveres funcionais em razão de condutas reveladas pela Operação Monte Carlo, que teve como alvo a organização criminosa liderada por Carlos Augusto de Almeida Ramos, vulgo Carlinhos Cachoeira”.

O texto relembra que um dia depois do retorno de Torres ao exercício do cargo, por causa da cassação do mandato de senador, a Corregedoria instaurou uma “reclamação disciplinar” para “coletar os elementos de prova imprescindíveis para delimitação das condutas do Procurador de Justiça”.

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A investigação após a “reclamação disciplinar” provocou, segundo o MP-GO, “a necessidade de instauração de processo administrativo disciplinar, deliberação esta efetivada na data de hoje”.

Com a decisão, Demóstenes Torres fica suspenso do exercício da função até o definitivo julgamento.

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