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Uma Operação Pretório da Polícia Federal (PF) deve cumprir 64 mandados de busca apreensão em seis estados sendo eles, Mato Grosso, Rondônia Amazonas, Paraíba, Brasília e São Paulo. A operação da PF que está tendo o envolvimento de 200 policiais foi deflagrada na manhã de hoje (31) tem como objetivo desarticular uma quadrilha envolvida na maior fraude de dívidas judiciais, calculada em R$ 3 bilhões.

O corregedor do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª região (Rondônia), Vulmar de Araújo Coêlho Júnior, e o juiz que presidia o processo sobre o precatório bilionário foram afastados de suas funções.

O superprecatório fraudulento teve origem em uma ação judicial de autoria dos servidores da área de educação do extinto território de Rondônia. O precatório – dívidas do poder público que devem ser pagas por decisão judicial – data de 1989.

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De acordo com a PF uma advogada e seu marido já foram detidos em Porto Velho e que ela é acusada de inserir beneficiários fictícios no título judicial. O precatório chegou aos R$ 3 bilhões por causa da inclusão de dezenas de beneficiários e acúmulo de juros e correção ilegais.

A investigação da Polícia Federal consistia em dois procedimentos distintos, ambos sobre fraudes com precatórios. Agora a PF unificou as investigações e deflagrou a Operação Pretório – referência aos tribunais romanos.

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