Foto: clichoje

Passados sete dias após o assalto que parou o município de Comodoro (39 km de Cuiabá) em que 20 homens fortemente armados assaltaram as agências dos bancos do Brasil e Bradesco, além da lotérica no final da manhã do último dia 31, os bancos já contabilizaram os prejuízos. Veja mais sobre o assalto aqui.

O gerente do Banco Bradesco do município de Comodoro, Anibal Broggio Filho, informou que um auditor externo de Cuiabá esteve na última semana na agência realizando a contagem sobre a quantia levada. Já o Banco do Brasil, segundo o Analista da Superintendência do Banco, Eduardo Tretin assegurou que a soma levada pela quadrilha também é sabida.

No entanto, ambas as agências se limitaram a informar a ciência do valor levado, mas não corroboraram a cifra exata do roubo, nem se a soma passa dos milhões.

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“Só posso lhe informar que na semana passada um auditor de fora esteve aqui, mas não sabemos o quanto foi levado. Pela política do banco, não fomos informados”, garante Anibal Broggio Filho, do Bradesco.

“Por se tratar de uma investigação policial, esse tipo de informação, se pertinente, é divulgado apenas pela autoridade policial. Nós não falamos por questão de segurança”, Eduardo Tretin, do Banco do Brasil.

De acordo com o Capitão Mário Roberto Pereira, responsável pelas investigações da Polícia Militar de Comodoro, são aproximadamente 50 homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Força Tática, força policial do município de Tangará da Serra e Polícia Rodoviária Federal de Pontes e Lacerda na busca pela quadrilha.

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Além disso, uma aeronave de asa dura do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) também auxilia nas buscas.

O capitão informou que até o momento, os policiais têm trabalhando ininterruptamente atrás da quadrilha seguindo a trilha deixada pelo grupo nas proximidades da Fazenda Comodoro, distantes a 20 quilômetros do município.

A quadrilha seguiu ao local, após o assalto que durou 1h20.

“Mesmo com feriado e com final de semana, nossas equipes seguem fazendo incursões na mata e varredura no perímetro. Estamos com cerco montado e não pretendemos interromper a busca até acharmos os bandidos”, afirma.

Caminhonete incendiada pelos assaltantes durante a fuga após assalto que parou Comodoro.
Capitão Pereira assegura, ainda, que o setor de Inteligência tem investigado o caso, mas não trabalha com nenhuma hipótese sobre o assunto. “Não sabemos informar se houve ajuda de alguém dos bancos, se há a participação de pessoas no município ou se a quadrilha é realmente de fora de Comodoro. Queremos encontrá-los para depois avaliar o caso”, garante salientando que as dificuldades tem sido enormes.

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“A mata é muito cerrada, extensa e fechada, além da BR-174 que corta o terreno. Isso complica mais as buscas, mas a única possibilidade de recuar é quando prendermos os bandidos e só”, finaliza.

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