Decoração de Caveira, símbolo do Dis dos Mortos no México – Foto: Reprodução

“Tudo depende da forma como entendemos a morte. Pode ser o fim para uns, ou o começo de um novo ciclo para outros”, diz o embaixador do México no Brasil, Alejandro de La Peña Navarrete. Segundo ele, é justamente por enxergar o fim da vida desse modo que os mexicanos homenageiam as pessoas queridas falecidas com festa, música e muita comida gostosa.

São preparadas receitas típicas e os pratos prediletos dos finados de cada família. A celebração, reconhecida como Patrimônio Cultural e Imaterial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é repetida nos dias 1 e 2 de novembro há milênios, com muito bom humor e, principalmente, respeito. Afinal, os mexicanos sabem que la Santa Muerte faz parte da existência e que de nada adianta lutar contra ela.

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O Dia dos Mortos é herança dos povos pré-hispânicos do México. É também época de colheita e de fartura. Por isso a festa e a alegria.

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