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Com o maior rebanho bovino comercial do Brasil composto por 29 milhões de cabeças de gado e sendo o maior produtor de grãos, o Estado caminha para uma nova etapa do desenvolvimento econômico, que é a agregação de valores à matéria-prima. Mato Grosso é um dos estados brasileiros que mais recebe investimentos e tem potencial para crescer em média 10% ao ano.

Para contribuir com essa nova fase, a equipe técnica da Secretaria de Indústria, Comércio Minas e Energia (Sicme) trabalha na captação de novas indústrias. O Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic) é uma das principais ferramentas neste trabalho de captação e novos empreendimentos para o Estado. “Ao todo já temos 284 empresas incentivadas pelo programa. Deste montante, 62% estão instaladas nos municípios polos e os outros 38% estão pulverizados em todas as regiões do Estado. Juntas, estas empresas geram cerca de 30 mil postos de trabalho diretos e 90 mil indiretos”, ressalta o secretário Pedro Nadaf.

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Segundo ele, o Estado passa por uma grande transformação e deve receber pelo menos R$ 22 bilhões de investimentos nos próximos anos. Deste montante são cerca de R$ 3,5 bilhões em obras públicas, R$ 2,5 bilhões em novas indústrias, R$ 800 mil em novos empreendimentos na área de comércio e serviços, R$ 16 bilhões no setor de hidrelétricas, R$ 3,8 bilhões em linhões, obras que já estão autorizadas, e mais cerca de R$ 1,5 bilhão em obras estaduais. Há ainda os R$ 250 milhões do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) que atenderão a demanda de algumas obras de infraestrutura.

Nadaf explica ainda que a equipe da Sicme trabalha em um projeto de transversalidade dentro do governo e atua em todas as políticas de desenvolvimento de forma direta e indireta. Mato Grosso cresce em média 10% anualmente. Nos últimos 9 anos as exportações aumentaram 480%, o que confirma o crescimento da economia. “A nossa musculatura industrial tomou outra vertente com políticas adotadas pelo governo e a quantidade de investimentos que chegaram no Estado. Em 7 anos recebemos cerca de R$ 6 bilhões e nos próximos 2 anos, só do BNDES, o Estado receberá mais R$ 24 bilhões. Esses recursos vão movimentar toda a cadeia econômica, desde a padaria até a concessionária, vai gerar emprego, distribuir rendas e aquecer o setor de prestação de serviço”. (Ascom)

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