Representantes das Câmaras de Dirigentes Lojistas de todo o Mato Grosso e da Federação da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso se reúnem na próxima segunda-feira (12) com o governador Silval Barbosa, o secretário de Fazenda Marcel Souza de Cursi e o deputado estadual Dilmar Dalbosco para discutirem e cobrarem a redução de impostos para o setor comercial. Na oportunidade, será entregue um abaixo assinado para o governador e reivindicações da classe empresarial.

A princípio a reunião deveria ser realizada essa semana, mas em decorrência da agenda do governador foi remarcada. O movimento de protesto contra o que os empresários classificam de aumento abusivo e injustificável dos impostos estaduais começou na CDL de Sinop e está ganhando força em todo o estado. Rondonópolis será representada pelo diretor secretário, Roberto Shimada.

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Os problemas elencados por empresários, assessores jurídicos e contadores, que necessitam de revisão urgente por parte do governo são: o cálculo do ICMS que era feito pelo CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) e agora passou a ser pelo NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul); cobrança do ICMS que saiu de 7,5% para até 25%; cobrança indevida do ICMS sobre nota cheia e não sobre produtos individuais e exigência de Certidão Negativa de Débito na emissão de Nota Fiscal.

Como proposta para solucionar os problemas já existentes, os empresários e assessores jurídicos que fazem parte do sistema reivindicam o aumento do sub-limite do Simples Nacional do Estado de 1,8 milhão para 3,6 milhões; padronização da tributação querem também a limites no número de decretos por parte da Sefaz.

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A presidente da CDL de Rondonópolis Eliane Queiroga lembra que ao longo dos últimos anos o comércio tem sofrido com uma tributação alta e com a retração do consumo em decorrência da crise financeira mundial. “Não podemos aceitar que se mude formas de cobrança de impostos de forma abusiva como o que vem acontecendo, aqui pagamos impostos caros e antecipadamente para depois podermos vender os produtos, mas o comerciante não agüenta mais pagar tanto para trabalhar”.

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