O 6º Seminário de Educação no Campo, realizado na Escola Carimã, na última semana, fechou o ciclo de discussão sobre a proposta de currículo integrado. Pelo menos é o que afirma a coordenadora da unidade rural, Genialda Soares Nogueira. Na opinião da gestora, a temática contribuiu muito para a visão curricular e a adoção de práticas inovadoras.

“Este foi um evento de grande valia para os educadores da zona rural. Os temas das diversas palestras contribuíram para que a gente possa compreender mais a proposta dessa metodologia diferenciada para o campo”, observa Genialda. O encontro reuniu as equipes de todas as escolas da zona rural para apresentarem os projetos desenvolvidos durante o ano e discutirem planos de atuação para o próximo período letivo.

Leia também:  Preço da carne de 1ª reduz e consumidor pode comemorar em Rondonópolis

A secretária de Educação do Município, professora Marilda Soares Rufino, observa que o currículo integrado nas escolas da zona rural é um programa que objetiva fixar o aluno no campo. “Essa é uma metodologia com propostas voltadas ao campo e uma forma de fixar o aluno. A partir desse projeto, a criança vai ter a oportunidade de conviver e poder continuar o trabalho do pai. Temos como objetivo fixar o homem nas comunidades rurais”, explica.

O seminário foi organizado pela monitora das escolas do campo, Amali Pereira da Silva, com a meta de promover a formação de educadores das escolas rurais e indígenas. O evento contou com palestras e debates sobre diversos temas no contexto do currículo integrado. Entre os palestrantes se destacam as professoras doutoras Marfa Magali Roehrs e Eglen Silva Pipi Rodrigues.

Leia também:  Crise na UFMT pode dificultar autonomia do campus local
Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.