Serys Slhessarenko ainda não definiu para qual partido vai após sua saída do PT. Amigos da ex-senadora confirmaram ao portal de notícias “24 Horas News” que várias legendas a convidaram, mas que até agora nada foi definido. O grupo de dissidentes do Partido dos Trabalhadores diz não ter pressão para definir o novo rumo.
Serys Slhessarenko não esconde que seu objetivo em 2014 é disputar uma vaga para o Senado Federal, hoje ocupada por Jayme Campos, que nos últimos pleitos eleitorais vem sofrendo seguidas derrotas em seu reduto, Várzea Grande. E é pensando exatamente na vitória, que a ex-senadora e seu grupo estão concentrados no momento. Eles avaliam que para ter espaço em todo o Estado e condições de poder brigar com o poderio financeiro da família Campos, é necessário estar em um partido bem estruturado, forte e unido, sem as constantes interferências e brigas pessoais com aconteciam no PT. Por isso, o destino do grupo pode ser o PSB, que tem uma grande estrutura do estado ou o PDT do senador Pedro Taques, que também vem crescendo em Mato Grosso.
O próprio PDT não esconde o interesse de ter Serys Slhessarenko em sua base. Tanto que o próprio senador Pedro Taques já teria feito o convite para a ex-senadora e seu grupo político. É tida como um grande reforço para o partido e como uma candidata ao senado. É com este objetivo que Taques e o diretório estadual devem iniciar já nos próximos dias uma conversação.
Serys também vem sendo assediada por outras siglas, como o PV, que quer crescer no estado e vê nela a possibilidade de vôos mais altos. O problema é que o partido tem pouca visibilidade.
O PSB, do prefeito eleito de Cuiabá, Mauro Mendes também vê em Serys a possibilidade de crescer ainda mais e até ganhar o governo do Estado. O diretório estadual já avisou que pretende conversar com a dissidente petista. “Ela apoiou Mauro Mendes nas duas últimas eleições. Temos um bom relacionamento. Já iniciamos uma conversação. Agora depende só dela”, disse um integrante do partido.
Serys acha cedo para tomar uma posição. Segundo seus principais interlocutores, ela vai aproveitar este momento de calmaria política para manter uma série de conversações com seu grupo político. Só depois disso é que vai definir para qual sigla deverá se inscrever. O certo é que não abre mão de disputar uma vaga no Senado Federal.
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