Foto: blog Fernando Doesse

O técnico Gilmar Dal Pozzo, em seu quarto ano na carreira, comemorou muito a terceira conquista. Antes por Pelotas e Veranópolis e agora pela Chapecoense, nova integrante da Série B e semifinalista da Série C e com chances de brigar pelo título da temporada

“Estou muito feliz. É um momento histórico para o clube, mas é para mim também como técnico. Não conseguimos o acesso agora, mas quando começamos o trabalho. Grupo unido, uma família, não tem dúvida. Acompanhei o Campeonato Catarinense antes de vir para a Chapecoense”, revelou o técnico, que ainda contou outros detalhes.

“Depois do Veranópolis recebi quatro propostas, porque eu estava vendo os jogos e queria que a Chapecoense me convidasse. No Estadual já tinham me feito o convite, mas não quis deixar o projeto em Veranópolis. Quando fui contatado, nem quis falar em salário, porque queria a oportunidade de trabalhar pelo acesso. Sabia que o grupo tinha qualidades”, completou.

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União com jogadores
Ele reconheceu que o time “teve turbulências, mas todas as equipes oscilam, até o Fluminense, quase campeão do Brasileirão. O maior mérito acho que foi quando nós sofremos duas derrotas seguidas e conseguimos nos levantar.

Ali eu chamei a todos, fiz a cobrança, dei a moral e eles entenderam que eles teriam que se comprometer e marcar a história com o acesso”.

Ele lembrou também todo o apoio que teve da diretoria, o apoio da torcida e agora espera ainda brigar pelo título. O adversário da Chapecoense sairá do confronto entre Fortaleza e Oeste, que no primeiro jogo empataram, por 1 a 1, em São Paulo. O segundo confronto será disputado domingo, na capital cearense.

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