Juíza da 49ª zona eleitoral, Marilza Aparecida Vitório, determinou a conferência imediata de mapa de votação no município com meta de descobrir se mortos “foram às urnas” no dia 7 de outubro. Por enquanto, a Justiça Eleitoral trabalha com cenário distante sobre a chance de serem realizadas novas eleições, caso fraude fique comprovada. Mas a legislação ampara a realização de eleições suplementares se ficar comprovado “crime eleitoral ligado a representante eleito”.

A gravidade do ato é analisado, mas existem muitas interpretações sobre o contexto da fraude eleitoral. Se ficar comprovada irregularidade em sistema eleitoral, com número de votos inferior à maioria que deu vitória ao eleito, pode não ser decretada nova eleição. O “potencial” da irregularidade é levado em consideração.

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Suposta manobra eleitoral em Várzea Grande está sob investigação da Polícia Federal. A conclusão do processo da PF é que deverá subsidiar as ações do juízo eleitoral. Advogados da ex-candidata à Prefeitura, Lucimar Campos (DEM), tentam provar que pelo menos 47 mortos votaram. Confrontaram informações entre número de óbitos em comparativo com certidões de quitação eleitoral. Justiça Eleitoral destaca que as certidões não servem para respaldo. Representação pede a suspensão da diplomação e se comprovada fraude, novo pleito.

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