“Infelizmente algumas pessoas ainda utilizam o remédio do vizinho para algum tipo de dor ou problema de saúde”, afirma a farmacêutica Marília Leandro Arco Verde observou que apesar de uma redução de automedicação ainda há muitas pessoas que possuem tal prática.

A farmacêutica relatou que todo o medicamento deve ser prescrito por um médico, mesmo nos casos em que não é obrigatoriedade da receita médica, para evitar o uso de uma dosagem indevida, pois para cada pessoa é um recomendação medicamentosa especifica.

Marília acrescentou que por mais se seja remédio o produto não deixa de ser uma droga, e apesar de licita traz efeitos colaterais para os usuários. No caso da automedicação a pessoa assume a responsabilidade pelas consequências.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estima que  35% dos medicamentos são adquiridos sem indicação de um médico. E 75% das intoxicações são por hipertensivos, anti-inflamatórios ou anticoncepcionais, vendidos no Brasil sem exigência da receita.

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