Garantir a segurança, oferecer assistência social e defender os direitos da população esses são alguns dos objetivos da Cruz Vermelha que tem reconhecimento nesta quarta-feira (05) pela atuação com o Dia da Cruz Vermelha Brasileira.

Com atuação mundial a Cruz Vermelha surgiu com o objetivo de oferecer assistência médica às vítimas de guerras e também garantir os direitos do prisioneiro de guerra. Em Rondonópolis a instituição teve início com um grupo de pessoas que se mobilizaram em prol de arrecadar roupas e alimentos para as vítimas da tragédia no Haiti, em 2010, oportunidade em que foram colhidas 25 toneladas de produtos.

A diretora da Cruz Vermelha em Rondonópolis, Jovelina Marques (Jô), recorda que neste período vários trabalhos foram realizados, como por exemplo, arrecadação de alimentos e vestuários para o Rio de Janeiro e Acre, ações junto aos índios da reserva Tadarimana, mantem parceria nas atividades em prol do Hospital do Câncer de Rondonópolis, além dos trabalhos assistências e participação junto a mobilizações em favor do município.

Leia também:  Entidades se reúnem para discutir o comércio ilegal

“É motivo de orgulho poder trabalhar em favor da população do Rondonópolis e ver os resultados obtidos, mas gostaríamos de ser mais atuantes, percebemos que algumas pessoas não tem conhecimento da atuação do Cruz Vermelha”, afirmou Jô.

O trabalho mais recente é a mobilização junto aos voluntários e a sociedade para fomentar o número de doadores de sangue, tendo em vista a necessidade de aumentar o estoque de bolsas de sangue para o final do ano. Outra meta é a conquista de uma sede para que possa estar mais presente da população com a realização de cursos profissionais e trabalhos assistências.

Com aproximadamente 140 voluntários a diretora da instituição afirma que deseja ampliar a atuação no município, pois a Cruz Vermelha não tem interesses políticos, mas sim de ajudar ao próximo, seja em ocasiões de tragédias, em mobilizações de interesse público como na passeata contra violência a mulher ou até menos em fazer valer os direitos de uma gestante que não tem os direitos garantidos.

Leia também:  Aeroporto de Rondonópolis pode sair do pacote de privatização
Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.