Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA, em encontro com chanceleres da Otan em 5 de dezembro (Foto: Reuters)

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, que esteve muito perto de ganhar a indicação do Partido Democrata na disputa à Presidência dos EUA há quatro anos, minimizou a chance de disputar novamente a Casa Branca em 2016, em comentários transmitidos na quarta-feira (12).

Hillary passou os últimos quatro anos como a principal diplomata do governo do presidente Barack Obama, que a derrotou nas primárias de 2008 para a indicação do partido para a Presidência. Porém, ela está renunciando ao cargo e não permanecerá no governo durante o segundo mandato de quatro anos de Obama como presidente.

Questionada durante entrevista na emissora de TV ABC se ela iria concorrer à Presidência em 2016, Hillary disse: “Eu já disse que não acredito realmente que é algo que eu faça de novo. Eu sou muito grata pela experiência que eu tive antes.”

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Hillary, uma das integrantes mais populares do governo Obama e frequentemente mencionada como uma potencial candidata dos democratas para a Casa Branca, disse que irá deixar o cargo de secretária de Estado em janeiro.

“Parece tão simples, mas eu estou, como você sabe, nos níveis mais elevados da atividade norte-americana, e agora internacionais, há 20 anos, e eu acredito que era hora de me afastar um pouco… talvez ler, escrever, discursar e lecionar”, disse Hillary à ABC.

Na entrevista à emissora, Hillary, de 65 anos, disse que sua idade não seria uma preocupação, caso ela optasse por concorrer.

“Eu estou, felizmente, bate na madeira, não só saudável, mas tenho uma disposição e energia incríveis”, disse a secretária de Estado, em trechos da entrevista publicados no website da ABC News. “Eu quero ver o que mais tem por aí. Eu tenho feito… este trabalho incrivelmente importante… e satisfatório em Washington, como disse, há 20 anos. Eu quero sair e passar tempo vendo no que mais eu posso contribuir.”

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Hillary disse na entrevista que poderia trabalhar na área da filantropia ou acadêmica após deixar seu cargo no Departamento do Estado.

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