Foto aérea mostra guindaste trabalhando no reator danificado na usina nuclear em Fukushima, no Japão. (Foto: Kyodo News/AP)
Foto aérea mostra guindaste trabalhando no reator danificado na usina nuclear em Fukushima, no Japão. (Foto: Kyodo News/AP)

A nova autoridade japonesa reguladora do setor nuclear prepara um endurecimento das normas de segurança para as centrais, que pode obrigar as companhias a realizar importantes obras de infraestrutura para poder relançar os reatores atualmente parados.

Depois do desastre de Fukushima como consequência do terremoto e tsunami de 11 de março de 2011 no noroeste do Japão, o órgão de controle, agora independente do ministério da Indústria, deve exigir importantes modificações nas centrais atômicas do país, que conta com um parque de 50 reatores, 48 deles inativos.

Segundo a imprensa, deve exigir, sobretudo, a instalação de novos equipamentos de esfriamento urgente dos reatores à distância, a presença de muros de proteção mais altos contra os tsunamis, entre outras melhorias.
Foto aérea mostra guindaste trabalhando no reator danificado na usina nuclear em Fukushima, no Japão. (Foto: Kyodo News/AP)Foto aérea mostra guindaste trabalhando no reator danificado na usina nuclear em Fukushima, no Japão. (Foto: Kyodo News/AP)

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O incidente de Fukushima contaminou uma ampla região durante décadas e levou 160 mil pessoas a deixar suas casas.

Os novos critérios serão debatidos a partir de sexta-feira, serão divulgados no fim do mês e a decisão definitiva deve chegar no verão, segundo o jornal Nikkei.

As companhias elétricas estão à espera, com certo temor, das exigências da Autoridade reguladora, que precisa autorizar o reinício dos reatores parados.

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