A Defesa Civil de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, interditou 22 casas às margens do Rio Cachoeira de Xerém, atingidas por uma enxurrada na semana passada. Mais 400 casas, a pedido de moradores, devem ser vitoriadas nos próximos dias. A intenção da prefeitura é demolir aquelas em situação de risco e pagar aluguel social às famílias.

Segundo o secretário de Defesa Civil do município, coronel Marcello Silva da Costa, as 22 casas interditadas ficam na localidade de Café Torrado, próximo a Xerém, e foram atingidas por uma avalanche de pedras e lama. Antes de serem condenadas, no entanto, ainda vão receber a visita de um engenheiro que fará um laudo técnico avaliando as condições para demolição.

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“Cada casa será vistoriada por um engenheiro que dará o parecer atestando se está em condição segura para ser habitada ou não. Às vezes, a casa foi atingida, mas pode ser recuperada. Neste momento, 22 [moradias] estão sem condição de habitação”, reforçou o secretário.

Na área mais afetada de Duque de Caxias, em Xerém, moradores podem pedir a vistoria em três postos emergenciais da Defesa Civil. As visitas as casas serão feitas a partir de hoje (7) por engenheiros da prefeitura e do governo do estado.

A previsão é que o prefeito Alexandre Cardoso detalhe as ações de demolição e de assistência social – que incluiu o pagamento de aluguel social para famílias desabrigadas, mais uma ajuda de R$ 5 mil para compra de eletrodomésticos – na coletiva de imprensa desta tarde.

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Por causa do temporal da semana passada, mil pessoas ficaram desalojadas em Duque de Caxias.  Mais 100 pessoas estão desabrigadas e duas morreram em decorrência da enxurrada, segundo a prefeitura.

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