A Defensoria Pública de Mato Grosso está sem telefone e internet porque a instituição não pagou a conta e a operadora cortou a prestação de serviço. A inadimplência está estimada em R$ 500 mil e se arrasta desde o mês de setembro do ano passado.
O contrato foi assinado em 2012 e a dívida está acumulada desde a gestão do ex-defensor público-geral André Prieto, que chegou a ser afastado pela Justiça por suspeitas de irregularidades na função. A reportagem entrou em contato com a defesa do ex-defensor, mas até o fechamento da matéria não houve nenhum posicionamento sobre o assunto.
O problema atinge o Núcleo de Cuiabá e interior do estado. A maioria dos telefones nem ligação recebe mais. Além disso, os servidores e estagiários da pasta não conseguem acessar a internet e consultar os processos. O defensor público-geral, Djalma Sabo Mendes, que assumiu o cargo este mês, explicou que determinou um levantamento de todas as dívidas para verificar se todos os serviços contratados foram prestados.
O contrato também está sendo analisado pela Corregedoria do órgão. O defensor-geral disse ainda que esta semana deverá se reunir com a empresa para tentar negociar o débito.
Advertisements
Leia também:  Casos de chikungunya têm alta e quase dobram no 1º semestre em MT

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.