Glock não é mais da Marussia (Foto: Getty Images)
Glock não é mais da Marussia (Foto: Getty Images)

O mercado da Fórmula 1 para 2013 ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira. A equipe Marussia e o piloto Timo Glock anunciaram o rompimento amigável e imediato do contrato, que ia até 2014. Desde que a escuderia anunciou a contratação de Max Chilton sem mencionar o fechamento da dupla para a próxima temporada, surgiram indícios de que o futuro do alemão de 30 anos não estaria assegurado. Com isso, uma terceira vaga fica aberta no grid. As outras duas são na Force India e na Caterham. Os brasileiros Bruno Senna e Luiz Razia são alguns dos concorrentes a um cockpit nesses times. O russo Vitaly Petrov, que tenta também seguir na Caterham, é outro nome especulado para assumir a vaga da Marussia, equipe de origem britânica comandado pela montadora russa.

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– Timo deu uma grande e significativa contribuição ao nosso time nos últimos três anos, nos ajudando a desenvolver nosso pacote ao ponto em que, por muito tempo, permanecemos no 10º lugar no Mundial de Construtores de 2012. É um piloto fantástico e muito popular no equipe – afirmou o chefe do time, John Booth.

Booth deixou evidente que a Marussia tomou a decisão de dispensar os serviços de Glock por razões comerciais e deverá contratar um piloto mais jovem – e com aporte financeiro – para o lugar do alemão.

“Nossa equipe foi fundada no princípio de beneficiar a experiência e, ao mesmo tempo, oferecer oportunidades para jovens talentos emergentes. Até agora, essa filosofia tem sido refletida em nosso modelo comercial. Por causa dos desafios atuais da indústria, tivemos que tomar medidas para garantir nosso futuro a longo prazo. A difícil condição econômica prevalece e o cenário comercial é complicado para todos, inclusive para a F-1. Gostaríamos de agradecer a Glock por trabalhar conosco – explica”.

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Campeão da GP2 em 2007, Timo Glock estreou na F-1 no ano seguinte pela Toyota. Ele ficou muito conhecido pelo público brasileiro por ter sido ultrapassado por Lewis Hamilton na última curva do GP do Brasil de 2008, posição que acabou custando o título para Felipe Massa. Glock alcançou três pódios em dois anos no time japonês. Com a saída da Toyota da categoria, seguiu para a Marussia (na época VRT) para ajudar com sua experiência no desenvolvimento da nova equipe, ao lado do brasileiro Lucas di Grassi no primeiro ano. Porém, em três temporadas, não conseguiu pontuar com o limitado carro da escuderia.

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