Antigamente os vereadores de Belém costumavam receber a verba para manutenção do gabinete em suas contas administrativas para gastá-la como bem entendessem. Mas, como o Tribunal de Contas dos Municípios considerou a medida irregular, a Câmara Municipal decidiu pagar os vereadores com vales-alimentação, no valor de R$ 14 mil.

Só que, em vez de moralizar o uso do dinheiro público, a medida acabou por criar um mercado negro de vales. Segundo informações há relatos de casos em que vereadores trocam os tíquetes por dinheiro vivo, com deságios (taxas que o banco cobra) que variam entre 10% e 20%.

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