Foto: internet
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O recém-criado PEN – Partido Ecológico Nacional – quer ter Marina Silva (ex-PV) em suas fileiras. Com estrutura amadora, a nova sigla atraiu dois deputados federais e cerca de 30 deputados estaduais nos últimos meses graças a um apelo irresistível: a mudança para siglas em formação é a brecha mais fácil para fugir da  lei da fidelidade partidária. Aos insatisfeitos, o PEN mostrou-se a única alternativa a curto prazo.

“Aqui ela terá a liberdade que pretende para implantar uma nova forma de fazer política no Brasil. Nós acreditamos nos ideais de Marina e, aqui, caso ela queira, poderá sair candidata ao cargo eletivo que deseja”, disse o presidente do partido, Adilson Barroso, em mensagem divulgada no site oficial do PEN. Marina Silva, que sonha com a Presidência da República, parece não dar muita bola: daqui a duas semanas, ela comanda uma reunião com o embrião daquele que deve ser seu novo partido político.

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