O Coordenador da Defesa Civil de Rondonópolis, Erimar Bezerra, com o auxílio do secretário municipal de Meio Ambiente, Lindomar Alves, esteve na manhã desta quinta-feira (17), visitando os moradores da Rua Teófilo F. da Cruz, na Vila Canaã, que estão vivendo em situação de risco devido o barranco do canal do córrego Patrimônio está cedendo em decorrência das fortes chuvas que tem caído na cidade nos últimos dias.

Os dois conversaram com os moradores de três residências que estão à beira do barranco e expuseram a preocupação da prefeitura com a situação. E de acordo com o coordenador, o melhor nesse momento é que as famílias saiam das residências, pois o terreno está com risco iminente de desabamento.

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“Estamos visitando essas edificações que estão numa área de risco para fazer um trabalho de prevenção e notificá-los para deixarem as residências, que estão ameaçadas de desabarem. E estamos oferecendo a eles um abrigo provisório, que está funcionando no ginásio Marechal Rondon”, disse Bezerra.

O secretário de Meio Ambiente, Lindomar Alves, salientou que, neste momento, o que pode ser feito pela prefeitura é oferecer o abrigo provisório e o trabalho de orientação e que a atual administração irá permanecer “de prontidão e mobilizada” para dar todo suporte aos moradores das áreas de risco no município.

Erimar informou, ainda, que cópias das notificações entregues aos moradores serão enviadas ao Ministério Público, promotoria do Meio Ambiente e ao setor de Habitação da prefeitura, para que possa ser dada prioridade no encaminhamento dessas famílias aos programas de habitação popular do município.

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Os moradores sabem do risco que correm e estão preocupados com a atual situação. “Escuto o barulho de chuva e já perco o sono. Espero pelo pior e sei que posso perder tudo a qualquer momento. Dessa última vez (fim de semana), achei que a casa ia também”, diz a dona de casa Francisvalda Santos de Souza, que mora no local há quatro anos, com mais outras oito pessoas de sua família.

“Tenho medo das chuvas que estão chegando. Sinto a casa estremecer, mas aqui é o nosso canto”, conta a Géssica de Jesus, que mora na casa ao lado, juntamente com mais cinco pessoas.

 

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