O presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR), Luiz Fernando Homem de Carvalho, solicitou nesta terça-feira (29) ao secretário de Estado de Segurança Pública, Diógenes Curado Filho, uma solução definitiva para o retorno do funcionamento das 26 câmeras que compõem o sistema de videomonitoramento, inativas desde 2010. Mesmo que a responsabilidade pela manutenção seja da Prefeitura, o presidente destacou ao secretário que a comunicação dos equipamentos precisa ser de fibra óptica e não via rádio, como estava sendo utilizada.

O encontro aconteceu durante a solenidade de passagem de comando da Polícia Militar de Rondonópolis, no auditório do SENAI. O secretário sinalizou positivamente sobre o pedido e destacou que vai solicitar um levantamento de custos da modificação para fibra óptica. “Nós queremos resolver o problema, mas vai depender de quanto vai custar”, disse Diógenes. O prefeito Percival Muniz também participou da conversa e garantiu que as câmeras vão voltar a funcionar.

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Diógenes Curado se comprometeu a participar da próxima reunião do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), que ainda será agendada para fevereiro. Neste encontro, os custos e a solução para o sistema será apresentado e discutido. Uma reunião com o secretário, prefeito e presidente da ACIR também será realizada em breve.

Luiz Fernando explicou ao secretário a importância dessa mudança, já que via rádio o videomonitoramento sofre muitas interferências, além de ter sua capacidade de utilização reduzida para cerca de 30%. “Recebemos o projeto da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), fomos a primeira cidade do interior do Estado a ter o sistema implantado e não podemos perder esse investimento de mais de R$ 1 milhão”, colocou o presidente ao secretário e ao prefeito.

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O sistema de câmeras de monitoramento deixou de funcionar parcialmente em meados de maio de 2010, quando o contrato de manutenção junto ao município expirou e não foi renovado. Aos poucos, todas as câmeras deixaram de funcionar e, desde março de 2011, a população não pode mais contar com o serviço. “O sistema melhora as condições não só para os nossos associados, mas para a população em geral. Além de inibir a criminalidade, ainda auxilia no trânsito, pois com as câmeras os condutores têm mais cuidado para não cometer infrações”, finalizou Luiz Fernando.

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