Imagem divulgada em 4 de outubro de 2012 mostra o soldado francês Denis Allex, em comunicado divulgado pelos sequestradores (Foto: Site Monitoring Service/AFP)
Imagem divulgada em 4 de outubro de 2012 mostra o soldado francês Denis Allex, em comunicado divulgado pelos sequestradores (Foto: Site Monitoring Service/AFP)

O soldado francês que os islamitas somalis shebab disseram que estava ferido e que foi capturado durante uma tentativa frustrada dos comandos franceses no sábado (12) de libertar um agente secreto sequestrado, faleceu devido aos seus ferimentos, afirmou nesta segunda-feira (14) um porta-voz militar dos rebeldes.

“O soldado francês que formava parte da invasão francesa da Somália morreu devido aos seus ferimentos”, declarou por telefone à AFP Abdulaziz Abu Musab.

“Nossa equipe médica tentou ajudá-lo, mas não teve sorte. Seu ferimento era grave”, acrescentou, informando que o Alto Comando dos shebab decidirá em uma próxima etapa se restituirá ou não o corpo deste soldado.

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Imagem divulgada em 4 de outubro de 2012 mostra o soldado francês Denis Allex, em comunicado divulgado pelos sequestradores (Foto:
Na noite de sexta-feira (11), um comando dos serviços secretos franceses lançou uma operação na Somália para libertar um de seus membros sequestrado por estes islamitas desde julho de 2009.

A operação foi um fracasso. Terminou com a morte de outro soldado francês e um destino incerto para o refém, que não se sabe se foi assassinado ou se continua com vida.

Segundo testemunhas, oito civis somalis morreram na operação realizada em Bulomarer, localidade sob controle dos islamitas ao sul de Mogadíscio. Os franceses sofreram uma resistência “mais forte que a prevista” por parte dos islamitas, segundo o ministro francês da Defesa, Jean-Yves Le Drian.

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O refém francês, apresentado como Denis Allex – sem dúvida um pseudônimo – foi sequestrado no dia 14 de julho de 2009 na capital somali.

Le Drian havia estimado que ‘tudo indica que foi morto por seus sequestradores’ durante a operação destinada a libertá-lo.

Os shebab afirmam que seu refém segue com vida, mas não forneceram provas.

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