Logo após a Caterham definir sua dupla de pilotos ao anunciar que o holandês Giedo van der Garde será companheiro de Charles Pic em 2013, Vitaly Petrov, que guiou pelo time em 2012, jogou a toalha. Poucas horas depois da divulgação, o russo publicou, em seu twitter, uma mensagem resignada, agradecendo o apoio que recebeu dos torcedores. - Sou muito grato pelo apoio de vocês. Mas em alguns momentos, precisamos dar uma parada para nossos objetivos prevalecerem. Ter vocês é muito importante. O tempo todo estou fazendo o meu melhor para justificar a confiança – disse Petrov, que pretende voltar à categoria em 2014. Apesar de o grid ainda não estar completo para 2013 (há uma vaga na Force India e a Marussia anunciará o brasileiro Luiz Razia nos próximos dias), a empresária de Petrov, Oksana Kosachenko, também confirmou que seu cliente não correrá neste ano. Ela conta que o piloto negociava apenas com a Caterham, apesar dos rumores de que ele teria conversado com a Marussia, equipe baseada na Inglaterra, mas comandada por uma montadora russa. - Para Vitaly, a única chance de permanecer na F-1 em 2013 era na Caterham. Nós soubemos da decisão (da equipe) há alguns dias e precisamos respeitar – disse Oksana. A expectativa de ver Petrov no grid em 2013 era grande por parte de seus compatriotas, já que a estreia do GP da Rússia em 2014 poderia atrair novos investidores e até apoio do governo. Porém Oksana critica a falta de interesse das empresas do país em dar suporte ao único da história da Fórmula 1. - Acredito que um piloto que mostrou suas possibilidades na F-1 por três anos deveria ser apoiado. Nunca nos deram uma proposta, nunca falaram seriamente conosco. Precisamos fazer algo para promover o GP de Sochi e isso é um grande erro – lamentou a agente. Oksana aproveitou para criticar a grande dependência de aporte financeiro para se conseguir um lugar na categoria máxima do automobilismo mundial nos dias de hoje. - A F-1 está muito cara no momento. Atualmente, não é um esporte, tende a ser um show. E acho que veremos mais e mais pilotos pagantes – criticou. Porém, a empresária ainda estuda a possibilidade de Petrov ser piloto de testes de alguma equipe ainda este ano. - Precisamos sentar e ver as possibilidades que temos. Tivemos algumas ofertas para Petrov seguir na F-1 (como piloto de teste) ou pelo paddock.. Vamos decidir o melhor para ele. Petrov estreou na Renault em 2010 e, após duas temporadas, seguiu para a Caterham em 2012. Pelo time da montadora francesa, conseguiu seu único pódio, um terceiro lugar no GP da Austrália de 2011.

Logo após a Caterham definir sua dupla de pilotos ao anunciar que o holandês Giedo van der Garde será companheiro de Charles Pic em 2013, Vitaly Petrov, que guiou pelo time em 2012, jogou a toalha. Poucas horas depois da divulgação, o russo publicou, em seu twitter, uma mensagem resignada, agradecendo o apoio que recebeu dos torcedores.

– Sou muito grato pelo apoio de vocês. Mas em alguns momentos, precisamos dar uma parada para nossos objetivos prevalecerem. Ter vocês é muito importante. O tempo todo estou fazendo o meu melhor para justificar a confiança – disse Petrov, que pretende voltar à categoria em 2014.

Apesar de o grid ainda não estar completo para 2013 (há uma vaga na Force India e a Marussia anunciará o brasileiro Luiz Razia nos próximos dias), a empresária de Petrov, Oksana Kosachenko, também confirmou que seu cliente não correrá neste ano. Ela conta que o piloto negociava apenas com a Caterham, apesar dos rumores de que ele teria conversado com a Marussia, equipe baseada na Inglaterra, mas comandada por uma montadora russa.

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– Para Vitaly, a única chance de permanecer na F-1 em 2013 era na Caterham. Nós soubemos da decisão (da equipe) há alguns dias e precisamos respeitar – disse Oksana.

A expectativa de ver Petrov no grid em 2013 era grande por parte de seus compatriotas, já que a estreia do GP da Rússia em 2014 poderia atrair novos investidores e até apoio do governo. Porém Oksana critica a falta de interesse das empresas do país em dar suporte ao único da história da Fórmula 1.

– Acredito que um piloto que mostrou suas possibilidades na F-1 por três anos deveria ser apoiado. Nunca nos deram uma proposta, nunca falaram seriamente conosco. Precisamos fazer algo para promover o GP de Sochi e isso é um grande erro – lamentou a agente.

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Oksana aproveitou para criticar a grande dependência de aporte financeiro para se conseguir um lugar na categoria máxima do automobilismo mundial nos dias de hoje.

– A F-1 está muito cara no momento. Atualmente, não é um esporte, tende a ser um show. E acho que veremos mais e mais pilotos pagantes – criticou.

Porém, a empresária ainda estuda a possibilidade de Petrov ser piloto de testes de alguma equipe ainda este ano.

– Precisamos sentar e ver as possibilidades que temos. Tivemos algumas ofertas para Petrov seguir na F-1 (como piloto de teste) ou pelo paddock.. Vamos decidir o melhor para ele.

Petrov estreou na Renault em 2010 e, após duas temporadas, seguiu para a Caterham em 2012. Pelo time da montadora francesa, conseguiu seu único pódio, um terceiro lugar no GP da Austrália de 2011.

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