Foi suado, bem mais complicado do que as posições na tabela poderiam sugerir.  O Vila Velha, 15º colocado do NBB, chegou a colocar 12 pontos de diferença sobre o líder invicto Flamengo no primeiro quarto da partida válida pela primeira rodada do returno, no ginásio do Tijuca. Mas mesmo diante de dois americanos com as mãos certeiras e com Marquinhos em uma noite de pouca inspiração, o time rubro-negro encontrou forças nos ombros de Caio Torres e na garganta de sua torcida para virar o jogo no terceiro quarto, deslanchar no último e vencer por 96 a 77 (44 a 44). Com 31 pontos e 17 rebotes, o pivô de 2,11m foi o dono do jogo e o principal responsável pela 18ª vitória consecutiva, que representou a quebra do recorde estabelecido pelo próprio Flamengo na primeira fase da edição de 2008/2009, de 17 (sem considerar os jogos dos playoffs). E teve mais: os números de Caio foram os melhores do time na atual temporada. Até esta noite, Marquinhos, com 30 pontos, e Olivinha, com 15 rebotes - ambos na vitória sobre o Suzano - tinham as maiores marcas nestes fundamentos. - O Flamengo é um time, e não apenas um jogador. Um dia o Marquinhos decide, no outro Benite, Olivinha. Hoje eu estava numa noite feliz, mas não me ligo muito por ter sido o cestinha. O importante foi a vitória. Além do trabalho, nós levamos alegria e amizade para dentro da quadra em cada jogo - disse Caio Torres após sua grande atuação. Além de Caio Torres, cestinha da rodada, Olivinha e Duda, cada um com 16, também contribuíram. Marquinhos, não tão inspirado quanto em outros jogos, também fez 16. Pelo lado do Vila Velha, Simmons, com 23, e Jay Parker, com 12, foram os maiores pontuadores. As duas equipes voltam à quadra no sábado, no mesmo local. Enquanto o líder do NBB recebe o Minas, às 19h30, o Vila Velha enfrenta o Tijuca na preliminar, às 17h30, pela 19ª rodada. Gringos acelerados  Ao contrário do que vem acontecendo em todas as partidas, quem imprimiu um ritmo alucinante no início foi o Vila Velha, principalmente com os americanos Jay Parker e Simmons. Com a pontaria certeira nos arremessos de quadra, a dupla de americanos anotou 20 dos 30 pontos da equipe capixaba no quarto. O Flamengo, por sua vez, sentiu a ausência do armador Kojo, vetado em cima da hora com um leve edema na panturrilha esquerda. Além de Marcelinho e Shilton, que continuam fora. O time rubro-negro, que chegou a estar perdendo por 23 a 11, correu atrás do marcador o período inteiro e acabou diminuindo o prejuízo para apenas quatro pontos ao fim dos primeiros dez minutos. Tudo igual A equipe carioca voltou melhor no segundo quarto. Com Duda em quadra, o Flamengo fez 5 a 0 e empatou o jogo justamente numa bandeja do camisa 10. A liderança, porém, só veio a quatro minutos do fim do primeiro tempo numa cesta de Caio Torres (36 a 34). O troco veio rapidamente e, com uma bandeja do armador Alexandre, o time capixaba assumiu a ponta novamente. Mesmo errando demais e com Marquinhos, que anotou apenas seis pontos, apagado, o Flamengo não permitiu que o rival abrisse e saiu no lucro com o empate de 44 a 44.  Torcida empurra Se o Flamengo do primeiro tempo nem de longe lembrou a equipe que bate recorde atrás de recorde e lidera com folgas o NBB, o do terceiro quarto voltou a ser a equipe arrasadora dos jogos anteriores. Em menos de quatro minutos, o time carioca fez 11 a 4 e abriu 55 a 48, para delírio da torcida que cantava sem parar na arquibancada do Tijuca. Mas o adversário não se entregava e jogo seguiu arrastado até o estouro do cronômetro, com 68 a 62 a favor dos rubro-negros.  Esse cara é Caio Torres Com um jogador a menos para rodar a equipe, em razão do desfalque de Kojo, o técnico José Neto fez o que pôde e contou com uma atuação espetacular do pivô Caio Torres. Mesmo cansado, o gigante rubro-negro dominou o garrafão e foi o principal responsável por um fim de jogo tranquilo, diante do equilíbrio dos três primeiros quartos. No final, já eufórica pela vitória sobre o Vasco por 4 a 2, pelo Carioca de futebol, a torcida rubro-negra provocou os tricampeões nacionais com os gritos de "Ô Brasília, pode esperar, a sua hora vai chegar".

Foi suado, bem mais complicado do que as posições na tabela poderiam sugerir.  O Vila Velha, 15º colocado do NBB, chegou a colocar 12 pontos de diferença sobre o líder invicto Flamengo no primeiro quarto da partida válida pela primeira rodada do returno, no ginásio do Tijuca. Mas mesmo diante de dois americanos com as mãos certeiras e com Marquinhos em uma noite de pouca inspiração, o time rubro-negro encontrou forças nos ombros de Caio Torres e na garganta de sua torcida para virar o jogo no terceiro quarto, deslanchar no último e vencer por 96 a 77 (44 a 44).

Com 31 pontos e 17 rebotes, o pivô de 2,11m foi o dono do jogo e o principal responsável pela 18ª vitória consecutiva, que representou a quebra do recorde estabelecido pelo próprio Flamengo na primeira fase da edição de 2008/2009, de 17 (sem considerar os jogos dos playoffs). E teve mais: os números de Caio foram os melhores do time na atual temporada. Até esta noite, Marquinhos, com 30 pontos, e Olivinha, com 15 rebotes – ambos na vitória sobre o Suzano – tinham as maiores marcas nestes fundamentos.

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– O Flamengo é um time, e não apenas um jogador. Um dia o Marquinhos decide, no outro Benite, Olivinha. Hoje eu estava numa noite feliz, mas não me ligo muito por ter sido o cestinha. O importante foi a vitória. Além do trabalho, nós levamos alegria e amizade para dentro da quadra em cada jogo – disse Caio Torres após sua grande atuação.

Além de Caio Torres, cestinha da rodada, Olivinha e Duda, cada um com 16, também contribuíram. Marquinhos, não tão inspirado quanto em outros jogos, também fez 16. Pelo lado do Vila Velha, Simmons, com 23, e Jay Parker, com 12, foram os maiores pontuadores.

As duas equipes voltam à quadra no sábado, no mesmo local. Enquanto o líder do NBB recebe o Minas, às 19h30, o Vila Velha enfrenta o Tijuca na preliminar, às 17h30, pela 19ª rodada.

Gringos acelerados

Ao contrário do que vem acontecendo em todas as partidas, quem imprimiu um ritmo alucinante no início foi o Vila Velha, principalmente com os americanos Jay Parker e Simmons. Com a pontaria certeira nos arremessos de quadra, a dupla de americanos anotou 20 dos 30 pontos da equipe capixaba no quarto. O Flamengo, por sua vez, sentiu a ausência do armador Kojo, vetado em cima da hora com um leve edema na panturrilha esquerda. Além de Marcelinho e Shilton, que continuam fora.

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O time rubro-negro, que chegou a estar perdendo por 23 a 11, correu atrás do marcador o período inteiro e acabou diminuindo o prejuízo para apenas quatro pontos ao fim dos primeiros dez minutos.

Tudo igual

A equipe carioca voltou melhor no segundo quarto. Com Duda em quadra, o Flamengo fez 5 a 0 e empatou o jogo justamente numa bandeja do camisa 10. A liderança, porém, só veio a quatro minutos do fim do primeiro tempo numa cesta de Caio Torres (36 a 34). O troco veio rapidamente e, com uma bandeja do armador Alexandre, o time capixaba assumiu a ponta novamente. Mesmo errando demais e com Marquinhos, que anotou apenas seis pontos, apagado, o Flamengo não permitiu que o rival abrisse e saiu no lucro com o empate de 44 a 44.

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Torcida empurra

Se o Flamengo do primeiro tempo nem de longe lembrou a equipe que bate recorde atrás de recorde e lidera com folgas o NBB, o do terceiro quarto voltou a ser a equipe arrasadora dos jogos anteriores. Em menos de quatro minutos, o time carioca fez 11 a 4 e abriu 55 a 48, para delírio da torcida que cantava sem parar na arquibancada do Tijuca. Mas o adversário não se entregava e jogo seguiu arrastado até o estouro do cronômetro, com 68 a 62 a favor dos rubro-negros.

Esse cara é Caio Torres

Com um jogador a menos para rodar a equipe, em razão do desfalque de Kojo, o técnico José Neto fez o que pôde e contou com uma atuação espetacular do pivô Caio Torres. Mesmo cansado, o gigante rubro-negro dominou o garrafão e foi o principal responsável por um fim de jogo tranquilo, diante do equilíbrio dos três primeiros quartos.

No final, já eufórica pela vitória sobre o Vasco por 4 a 2, pelo Carioca de futebol, a torcida rubro-negra provocou os tricampeões nacionais com os gritos de “Ô Brasília, pode esperar, a sua hora vai chegar”.

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