O vereador Reginaldo Santos (PPS), irá cobrar publicamente durante a sessão da Câmara Municipal desta quinta-feira (14/02) o Governo do Estado e em especial a secretaria estadual de saúde maior atenção com a alta complexidade e os atrasos nos pagamentos de convênios, o vereador ainda espera contar com o apoio dos colegas vereadores e dos deputados estaduais eleitos pela região sul.

O vereador garante que os atrasos de repasses à Santa de Misericórdia e ao Hospital Paulo de Tarso já estão prejudicando o atendimento à população e podem abrir um precedente perigoso para uma paralisação dos profissionais, “meu maior medo é que por conta dos atrasos, que já se acumula desde novembro de 2012, a população possa sofrer mais ainda com a paralisação dos profissionais do sistema de saúde”, alertou o vereador.

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Reginaldo alerta que o setor que mais sofrerá caso haja uma paralisação será o de obstetrícia. A cobrança também será por mais unidades de terapia intensiva (UTIs), “temos uma população de 200 mil habitantes, fora os municípios do entorno de Rondonópolis que enviam pacientes para tratamento em nossa cidade, a falta de UTI já se constitui em uma grave crise na saúde do Município”.

Segundo uma pesquisa do gabinete do vereador, hoje Rondonópolis deveria ter para atender sua população e a região sul do estado seriam necessários mais 25 leitos de UTI. O vereador alerta que o prédio da Santa Casa tem capacidade para abrigar estes novos leitos de UTI, “Precisamos criar estes novos leitos e pactuar com o governo do estado um convênio para que possamos ofertar à população esta ampliação do serviço”, alertou Reginaldo.

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SAÚDE JUDICIAL

O vereador Reginaldo Santos, alerta que o tratamento dado pelo governo do estado à saúde da região sul tem criado um novo modelo de atendimento médico, o “atendimento judicial”, “A constante falta de leitos de UTI e outros procedimentos médicos estão fazendo que o atendimento a população só seja conseguido através de mandados judiciais, temos que acabar com isso, não é justo este tratamento dado à população” reclamou.

Outro fato destacado por Reginaldo é a competência de cada esfera de governo dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), “ Não posso cobrar do prefeito que ele invista em UTIs e tratamento de alta complexidade, está é uma obrigação legal do Governo do Estado, ao município cabe a baixa complexidade”, esclareceu Reginaldo.

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