A diretoria do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª região (Crefito-9) começa por Rondonópolis (210 quilômetros de distância da Cuiabá) a cumprir uma extensa agenda de visitas programadas para 2013 em cidades pólos de Mato Grosso, Acre e Rondônia. A ideia é conhecer “in loco” a realidade de trabalho dos fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais que atuam nas unidades de assistência pública. A falta de estrutura física, equipamentos sucateados, salários e a demanda de atendimentos estão pauta de reivindicações das classes envolvidas.

Na sexta-feira (1), a partir das 9h, os membros do Conselho acompanharam os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), entre eles, do Hospital Regional Saúde Rondonópolis Irmã Elza Giovanella, Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Correa (Cricad) e Santa Casa de Misericórdia e Maternidade.

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No sábado (2), às 8h, o presidente do Crefito-9, Elias Nasrala Neto, a vice-presidente Solange Lopes e o diretor tesoureiro, José Alves realizam encontro com os profissionais da cidade, no hotel Piratininga, localizado na avenida Amazonas, região central de Rondonópolis. “Queremos conversar com nossos colegas a fim de nos inteirarmos das reais necessidades das categorias, pois no ambiente de trabalho é impossível estabelecer um diálogo mais aprofundado. Além disso, pretendemos falar sobre os parâmetros assistenciais, um tema que ainda requer orientação”, destaca Elias Neto.

O Conselho tem como função fiscalizar, regular e orientar cerca de 2800 profissionais registrados no Crefito-9, que responde pelos Estados de Mato Grosso, Acre e Rondônia. No entanto, acompanha o encaminhamento de questões que estão diretamente relacionadas ao contexto socioeconômico em nível regional. Buscar fortalecer a união das classes em prol de melhorias é segundo José Alves, “um dos objetivos desta gestão”.

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Conforme a vice-presidente, Solange Lopes, em 2012 houve 100% de cobertura de fiscalização. Os 141 municípios de Mato Grosso foram inspecionados pelo Conselho. “Mais de 31 mil quilômetros percorridos pelo fiscal que chegou aos mais longínquos lugares. Ao todo, 575 visitas. Pela primeira vez, em 11 anos, é feita a rota completa”.

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