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Prestes a estrear no papel de uma octogenária na peça “À beira do abismo me cresceram asas”, no Teatro Leblon, no Rio, a atriz Maitê Proença foi entrevistada pela coluna “Gente Boa”, do jornal “O Globo”. Atriz, diretora e autora do texto que aborda a velhice, ela falou sobre um projeto para quando a idade mais avançada chegar: “Dar a volta ao mundo num veleiro é um bom projeto que eu desenho para a minha velhice. Com um marinheiro jovem e multitask, porque ninguém é de ferro”, disse Maitê.

A atriz também respondeu sobre sua expectativa em relação ao sexo na velhice: “Na peça uma personagem diz: ‘Dou graças a Deus de não ter mais que ficar seduzindoninguém, tanta energia boa gasta com coisa inútil. Agora, sobra mais tempo para o que importa’. Penso como ela. Tô louca pra chegar essa hora.”

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Para ela, a vantagem de envelhecer é não precisar medir palavras. “É a hora da verdade. Até que enfim.”

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