Dados no Ministério da Saúde apontam que o número de obesos tem crescido significativamente. Em Cuiabá 51,7% da população esta em sobrepeso. No Brasil o indicie de pessoas em acima do peso avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011, no mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.

A última pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgado em 2012, aponta que dos 51,7% dos cuiabanos que estão acima do peso, 56,5 são homens e 46,9 mulheres. E o número de obesos representa 17,2%, sendo 16,3% homens e 18% mulheres.

O endocrinologista Arthur Emilio Leite de Figueiredo afirma que os números de Cuiabá refletem a realidade de todo o Estado e relata que a obesidade é uma doença crônica que desencadeia outros males, dentre eles a depressão, em razão da exclusão social, problemas cardíaco e alteração na pressão arterial.

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O médico defende que além de uma redução do preconceito é preciso desenvolver politicas publicas que combatam este mal que tem raízes genéticas e psicossociais.

Arthur frisou que o quanto antes uma pessoa estiver atenta para o excesso de peso o resultado será mais positivo, o médico defende que é necessário um controle criterioso quanto a quantidade de calorias ingeridas para que seja inferior as calorias queimadas, para esse processo o endocrinologista  argumento que é necessário uma mudança de hábitos alimentares.

Dentre os alertas quanto à obesidade o médico argumenta que as dietas milagrosas podem representar um enorme risco a saúde de uma pessoa, pois um indivíduo pode perder o peso desejado e adquirir algumas deficiências como a perda de sais minerais.

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“Todas as pessoas podem emagrecer e ter uma qualidade de vida melhor, mas para isso é preciso que haja uma alimentação saudável e pratica de exercícios físicos”, conclui o endocrinologista.

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