Mulheres conquistaram espaço nos postos de combustíveis - Foto: Angélica Angeli / correspondente
Mulheres conquistaram espaço nos postos de combustíveis – Foto: Angélica Angeli / correspondente

Historicamente as mulheres tiveram que vencer desafios e preconceitos para conquistar alguns direitos. Atualmente, elas têm ganharam espaço e mostram que são capazes de desenvolver qualquer tipo de trabalho. E com um diferencial: simpatia e delicadeza. Foram estas características que abriram caminho para que a mulher chegasse até aos postos de combustíveis, onde têm seu trabalho reconhecido com destaque. Ver mulheres trabalhando como frentistas são cada dia mais comum no munícipio de Campo Verde.

No município, a maioria dos postos de combustíveis já tem uma mulher trabalhando como frentista. Elas abastecem, conferem o óleo, fazem todo o trabalho necessário. Keila Aumantes França, 27 anos, exerce a profissão há cinco anos e diz adorar o que faz.

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Antes de trabalhar no posto, Keila trabalhava como, ela conta que não estranhou a mudança de profissão. Pelo contrário, se adaptou fácil. “Gosto desta profissão, além de que é bem remunerada. Trabalho nesta área com amor e dedicação. Estou sempre buscando me aperfeiçoar, fazendo cursos de qualificação”, conta Keila.

Maria Auxiliadora Rodrigues, 32 anos, é novata na profissão. Trabalha como frentista no Posto Cooperverde junto com Keila, há mais de um mês. Ela também deixou de ser vendedora para atuar como frentista. “Acho mais fácil aqui, porque conhecemos muitas pessoas, conversamos e nos distraímos”, avalia.

As meninas contam que os clientes dizem preferir o atendimento feminino e destacam a simpatia e delicadeza como pontos fortes. Sobre preconceito, as frentistas são unânimes em dizer que não existe, exceto quando motivado por ciúmes de outras mulheres. “Quando somos muito educadas com os maridos, algumas não gostam. Já presenciei muitas brigas de casais por causa da gente”, completa Keila.

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Para elas, a função é fácil e há muito tempo deixou de ser exclusividade dos homens. “Não é difícil e não há preconceito”, avalia Keila. “Acredito que o diferencial da mulher é a simpatia e a atenção”, completa.

Maria Auxiliadora diz que a mulher não está tomando o lugar dos homens e, sim, conquistando seu espaço. Hoje em dia a capacidade feminina está mais que provada e aprovada pelos clientes. Seu João Domingos dos Santos confirma. “A delicadeza delas, atenção e dedicação tem sido muito melhor”.

O trabalho não é nada delicado, mas mesmo assim elas não perdem o cuidado com o visual e a vaidade impera entre elas, comum a toda mulher. Afinal, beleza nunca é demais.

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