Um acidente nas obras de ampliação do estádio Arena Palestra, na Zona Oeste de São Paulo, deixou uma pessoa morta e outra ferida nesta segunda-feira (15), segundo o Corpo de Bombeiros. O desabamento aconteceu nesta manhã, na arquibancada da arena, na Barra Funda, informam os bombeiros.

A assessoria de imprensa do Palmeiras confirmou o acidente e informou que mais detalhes serão fornecidos pela construtora WTorre, responsável pela obra. Até as 12h10, a empreiteira ainda não tinha detalhes do acidente. No horário havia seis carros dos bombeiros no local.

Até as 12h20, o corpo da vítima não havia sido retirado do estádio à espera da perícia. A outra vítima do desabamento foi levada para a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e até as 12h20 não havia informações sobre seu estado de saúde.

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Informações iniciais indicavam que seis vigas teriam caído. Os bombeiros não ainda não confirmam esse número, mas informaram que cada viga pesa, em média, três toneladas -  Foto: Reprodução/R7
Informações iniciais indicavam que seis vigas teriam caído. Os bombeiros não ainda não confirmam esse número, mas informaram que cada viga pesa, em média, três toneladas –
Foto: Reprodução/R7

ARENA
Duas câmeras realizavam a transmissão em tempo real das obras de reforma e ampliação da nova Arena Palestra no site do estádio. Entretanto, as imagens não eram exibidas no início desta tarde.

As obras do estádio começaram em outubro de 2010. O Corpo de Bombeiros informa que, mesmo em obras, a construtora já havia dado entrada no pedido de análise técnica pela corporação. As primeiras informações são de que não há registro de irregularidades, segundo os bombeiros.

Em fevereiro, os responsáveis pela obra informaram que a previsão de entrega do novo estádio era no final deste ano. A capacidade do novo estádio do Palmeiras será de aproximadamente 45 mil pessoas.
Ação do MP

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Em julho de 2011, o promotor José Carlos de Freitas, da Promotoria da Habitação e Urbanismo do Ministério Público de São Paulo, enviou à Justiça uma ação civil pública que pedia a concessão de uma liminar para a imediata paralisação das obras da nova arena do Palmeiras. O MP pretendia “evitar a concretização de dano ambiental e urbanístico irreversível com a impermeabilização de área maior que a permitida pela legislação”. A Justiça negou o pedido do MP.

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