Equipe do brasileiro da Aston Martin domina qualifying da GTE Pro nas 6 Horas de Silverstone

O Vantage V8 do trio formado por Bruno Senna, pelo alemão Stefan Mücke e pelo inglês Darren Turner conquistou neste sábado a pole da categoria GTE Pro das 6 Horas de Silverstone, abertura do FIA WEC – Campeonato Mundial de Endurance. A equipe oficial da Aston Martin começou a temporada com o pé direito, já que o segundo carro da categoria – dividido pelo português Pedro Lamy, pelo francês Fred Makowiecki e pelo canadense Paul dalla Lana – sairá em segundo, também à frente das Ferrari F458 e das Porsche 911 RSR.

Bruno elogiou o trabalho dos colegas, a quem coube a responsabilidade de fazer a tomada classificatória pela maior familiaridade com o modelo do tradicional fabricante inglês e o maior tempo de pista na véspera. “Foi uma classificação difícil, porque o asfalto estava praticamente seco, mas em alguns trechos e nas zebras ainda estava molhado”, comentou. Eles se recuperaram amplamente dos problemas enfrentados na véspera, quando uma pane eletrônica manteve o carro nos boxes durante a primeira sessão de treinos livres. Além disso, Bruno só conseguiu dar duas voltas na segunda, já sentindo os efeitos do mau humor habitual do clima da região – a garoa se transformou em tempestade assim que entrou na pista. Nesta manhã, o carro 97 foi o mais rápido da classe no terceiro e último ensaio antes das tomadas classificatórias.

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Hoje, no entanto, as condições do tempo acabaram conspirando em favor do time de Bruno. Os carros da GTE foram os primeiros a fazer o qualifying de 20 minutos, estreando um sistema em que a média das duas melhores voltas de dois pilotos por carro determinasse o resultado. Pouco depois, logo no início da classificação das mais velozes categorias de protótipos LMP1 e LMP2, a temperatura despencou 10 graus, a chuva voltou brevemente e acabaria embaralhando o grid. O mais veloz do dia foi o Toyota TS030-Hybrid LMP1 do austríaco Alexander Wurz e do francês Nicolas Lapierre.

Os resultados finais só foram confirmados mais de uma hora depois do encerramento do qualifying, em virtude de uma falha no sistema de cronometragem. A Aston Martin Racing ainda estudava a distribuição dos turnos dos pilotos, cada um encarregado de uma tocada de duas horas. “Como eles têm mais experiência com o carro e andaram mais nos treinos, a tendência é que eu seja o segundo a pilotar”, afirmou Bruno.

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