Foto: Ag.News
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Perto de completar 43 anos no dia 17 de abril, Márcio Garcia comemora a data com a estreia no dia 12 de Angie, seu segundo longa como diretor, comandando estrelas hollywoodianas.

“Tudo na minha vida foi por acaso, não planejei ser modelo, atuar, apresentar programas de TV ou produzir e dirigir filmes. As coisas foram acontecendo e hoje me sinto apto a realizá-las. Não me incomodo se as pessoas ainda associam a minha imagem à de galã. A imagem é uma casca, ninguém vê o que tem dentro dela”, declara o ator, em entrevista ao jornal O Dia.

Acostumado a filmar em Hollywood e sonhando alto, Márcio planeja reunir Russell Crowe e Hugh Jackman em seu próximo filme, o longa de ação Predileção — baseado no curta homônimo, escrito e dirigido por ele em 2009.

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“Estou tentando de tudo para rodar o filme no Brasil, algo que ainda não fiz. Estamos vivendo um momento único, quero mostrar um país diferente, sem clichês, sem mostrar favela”, afirma o cineasta.

Em Angie, Márcio dispõe de um elenco de peso, como os astros Andy Garcia e Juliette Lewis, que se misturam às brasileiras Christiane Torloni e Carol Castro. O longa foi rodado em apenas 20 dias, nos EUA, mostrando a eficiência do diretor.

“Temo ficar estigmatizado como especialista em rodar filmes em pouco tempo”, diz.

A trama conta a história dos conflitos emocionais de Angie (Camilla Belle), uma jovem pintora brasileira que vive em uma pequena cidade dos EUA.

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“Minha conduta na direção foi imparcial, sem a intenção de emocionar ou arrancar lágrimas do público. Não é uma história minha, ou da roteirista, e sim a história da personagem”, explica Márcio.

Um dos grandes trunfos do drama é a atuação de Andy Garcia, que dá vida a Chuck, um andarilho que vive isolado. O ator cubano se envolveu em todo o projeto, alterando o roteiro e ajudando os outros atores do elenco, como Christiane Torloni, Carol Castro, Colin Egglesfield e a protagonista Camilla Belle.

Fã do cineasta Stanley Kubrick, Márcio sonha dirigir o roteiro nunca levado às telas, sobre a vida de Napoleão, escrito por Kubrick.

“Faria, sim, quero seguir como diretor, não tenho medo de ‘botar a cara’. Mas, acima de tudo, quero fazer bons filmes. Claro que a bilheteria é importante, o público vai ao cinema para se entreter, porém, um bom filme vai além do entretenimento”, acredita.

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