Os atletas do município vão participar de todas as categorias e têm idade entre 11 a 25 anos. Foto da assessoria
Os atletas do município vão participar de todas as categorias e têm idade entre 11 a 25 anos – Foto: Angélica Angeli/ correspondente AGORA MT

Aproximadamente 100 judocas de Mato Grosso irão disputar o Campeonato Brasileiro de Judô, na cidade de Anápolis-GO, que irá acontecer de 12 a 14 de abril de 2013. Dos 100 atletas que vão representar o Estado, 46 são judocas de Campo Verde, que participam do Projeto Caminho Suave de Judô.

Segundo o Cleberson de Oliveira, professor de Judô, conhecido como Clebinho do Judô, os atletas do município que vão participar de todas as categorias têm idade entre 11 e 25 anos. “Temos treinado muito para trazer bons resultados para Campo Verde. Muitos de nossos atletas já conseguiram medalhas em campeonatos estaduais e brasileiros, por isso tem grandes chances de conquistar várias medalhas”, comentou.

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Para Clebinho além da vitória, os atletas estão em busca de conhecimento físico e pessoal. “Esses campeonatos ajudam a tornar os jovens mais experientes e terem objetivos na vida. Muitos deles são de famílias humildes e nunca viajaram para tão longe. Essa é uma oportunidade para que eles possam abrir seus horizontes e trocar experiências de judô e de vida com outros atletas”, explica

Os atletas Israel Muniz, Larissa Carvalho, Daiane Rodrigues, João Luis Martins, Maria Gabriela, Emilie França entre outros são promessas de destaque no tatame.

Clebinho disse que não teve até o momento, apoio do poder público ou setor privado. “Estamos com muita dificuldade para dar o suporte necessário aos atletas. Eles estão indo participar das competições porque os pais e eu estamos pagando o ônibus e todas as despesas. Há muitos anos que isso não acontecia. Eles sempre tiveram apoio da Prefeitura e viajavam com tudo pago”, desabafa o vereador.

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O sansei tem buscado parcerias e está pleiteando ajuda do Governo do Estado e de alguns deputados estaduais para o projeto que hoje trabalha com mais de 300 crianças e adolescentes do município. “Não vou deixar que o projeto acabe. Mas preciso de ajuda, tanto do poder público quanto de empresas”.

 

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