O motorista da carreta prancha passou com a carreta sobre a motocicleta, para não se ferir a piloto saltou da Bis. Foto: Ronaldo Teixeira/AGORA MT
O motorista da carreta prancha passou com a carreta sobre a motocicleta, para não se ferir a piloto saltou da Bis. Foto: Ronaldo Teixeira/AGORA MT

As ruas de Rondonópolis voltam a ser tomadas por carretas e caminhões que transitam pelo perímetro urbano da cidade, o que resulta em acidentes, transtornos para a população, além dos prejuízos que trazem com os danos as calçadas e ruas.

Na tarde desta segunda-feira (06) uma motociclista quase ficou gravemente ferida, caso não tivesse pulado da moto, em razão de uma carreta do tipo prancha, que a fechou na Avenida Frei Servacio e passou sobre o veículo.

Outras reclamações com o trânsito de carretas no centro da cidade são pontuadas pela vendedora Cristiane Freire  e afirma que regularmente um vizinho estaciona com o veículo na rua da casa onde ela mora e causa vários transtornos, como por exemplo, a calçada e asfalto que quebram com o peso de veículo.

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Cristiane frisa que o problema maior é que a carreta dificulta a visualização tanto de quem entra ou sai do residencial onde mora e de motoristas que passam pelo local e por várias vezes quase sofreu acidente quando iria sair de casa ou até mesmo outros veículos que transitam no local. “A carreta ocupa praticamente a metade da rua. Um carro quase bateu em mim, pois não conseguiu ver que eu estava saindo”, desabafa a vendedora que teme pelo pior.

O secretário de Trânsito e Transporte, Argemiro Ferreira, esclareceu que tem feito um trabalho de fiscalização e autuação dos caminhoneiros que entram na cidade. Como forma de reduzir o fluxo das carretas, todas as vias de entrada receberam placas e sinalizações que informam os motoristas que é não é permitida a entrada no perímetro urbano, principalmente com veículos com mais de três eixos.

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Argemiro destacou que a secretaria tem feito ações nos bairros e muitos caminhoneiros têm sido autuados por permanecer com as carretas na cidade.

Contudo Ferreira ressaltou que a população deve acionar a Secretaria, pelo telefone3411-5300,  para que possa ser feito a fiscalização nos locais onde os motoristas costumam pernoitar ou transitar com as carretas. No caso onde for constado que o motorista é o autor de algum dano terá que arcar com as despesas.

 

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