A superintendente do Instituto de Memória da Assembleia Legislativa, Ísis Catarina Brandão, falou sobre a falta de um laboratório de restauração de antigos documentos que estão armazenados e precisam ser restaurados com urgência, pois se trata da história do Estado de Mato Grosso.

Brandão relembrou a viagem, em 2012, à Assembleia Legislativa de Santa Catarina, onde conheceu o espaço adequado para a restauração e conservação de antigos documentos.

Citando os recursos que viu no laboratório da AL/SC, como a pia para lavagem dos documentos para que o PH fique neutro, dando assim mais durabilidade ao papel; o filtro para tirar a impureza do papel, um liquidificador para bater a polpa de papéis de duas cores para se chegar a cor de documentos antigo e a mesa de vidro onde é feita a restauração, usando -inclusive- materiais odontológicos (obturador), para fazer a obturação de pequenos detalhes que seria impossível se fazer se não fosse a técnica avançada.

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“Não estou pedindo nada além de um espaço físico e equipamentos necessários para dar mais qualidade e durabilidade na hora de restaurar qualquer tipo de documento e o principal, condições para restaurar a história de Mato Grosso”, explicou Ísis, falando sobre a responsabilidade que se tem sobre cada papel, cada documento e cada arquivamento feito dentro do IMPL.

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