Na primeira pergunta sobre o assunto, Rockhold tentou despistar. “Obviamente que vão me perguntar sobre isso e vou apenas responder o que eu acho, de forma honesta. Isso precisa ficar claro para os fãs. Mas não estou preocupado com TRT, o Vitor é um cara perigoso e e estou pronto para lutar.”

Porém, na segunda vez que o assunto veio à pauta, ele cutucou: “Para mim, lutar é mais mental que físico. Trabalhei muito para chegar aqui. Quero conquistar tudo. Acho que quem usa TRT é porque está faltando algo. Acho que sim é um grande fator que ajuda o Vitor, mas acredito em mim e na minha preparação.”

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Nitidamente incomodado em ter de voltar ao assunto, Belfort apenas apostou em uma de suas respostas padrão. “Não tenho muito o que falar sobre isso, eu estou seguindo as regras, não estou fazendo nada ilegal. Mais que isso, TRT não ganha luta, tem muito cara que usa TRT, perde e ninguém fala nada. O que eu faço é trabalhar muito duro. E sigo as regras.”

A grande questão em torno do uso de TRT e que o caso de Belfort deixou muito claro não é sobre legalidade, mas sim sobre ser justo. Não há como negar o avanço físico do brasileiro desde que ele passou a fazer uso da terapia hormonal, mas tudo dentro da lei.

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Será que quando um atleta precisa fazer esse tipo de tratamento, já não é hora de ele pensar em se aposentar, como o próprio Dana White já disse? Se em outras modalidade o TRT é proibido, por que o UFC tem essa abertura? São perguntas que seguem abertas, mas a aposta do blogueiro é a proibição do tratamento em pouco tempo.

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