Baseado em notícias de jornais, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirmou que viu interessados em tomar o lugar do Brasil como sede da Copa-2014 quando houve ameaça de cancelamento pela Fifa da Copa das Confederações por conta dos protestos no Brasil. Mas a entidade reafirmou que não há plano B e que a competição será no país.

“A simples especulação já gerou candidatas. Li em publicações dos senhores e das senhores que outras se apresentaram. Do Ministério do Esporte, sabemos que há um interesse da China de organizar um Mundial [no futuro]”, afirmou o ministro. “Imediatamente, as candidatas se apresentaram. EUA, Japão, Alemanha, China. China tem procurado apoio para estruturar o futebol chinês para um dia receber a Copa. Argentina e Uruguai querem receber o Mundial em 2030.”

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A Fifa, no entanto, ressaltou que não houve nenhuma oferta de outros países para substituir o Brasil no posto de organizador da Copa. A entidade repetiu o discurso de que nunca se pensou em cancelamento da Copa das Confederações ou um plano B.

“A final da Copa das Confederações será jogada no Rio. E a Copa será jogada no Brasil. Para deixar claro, não há plano B. Não nenhuma oferta de outro país”, afirmou o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke.

Ao contrário do que afirmou a presidente da República, Dilma Rousseff, em pronunciamento na sexta-feira, há sim dinheiro federal em obras de estádios da Copa de 2014. E não é pouco. Somados os incentivos fiscais, subsídios em empréstimos e até participação em arenas, a União já comprometeu cerca de R$ 1,1 bilhão com os locais para jogos do Mundial.

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