O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou a primeira semana de junho com alta de 0,48%, ante 0,32%. Esse resultado reflete, principalmente, a elevação de preços dos alimentos (de 0,36% para 0,65%). Entre os itens destacam-se os produtos derivados do leite que ficaram 2,38% mais caros, ante reajuste de 2,25%.

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que além dos alimentos, mais cinco grupos tiveram avanços de preços, entre os quais habitação (de 0,39% para 0,59%) com destaque para a tarifa de eletricidade residencial (de -1,11% para -0,70%) e para o aluguel residencial (de 0,59% para 0,89%).

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Tiveram acréscimo ainda: transportes (de -0,19% para 0,01%) com influência da tarifa de ônibus urbano (de -1,34% para -0,13%); vestuário (de 0,91% para 1,12%) puxado pelos calçados masculinos (de 0,27% para 1,41%); educação, leitura e recreação (de 0,28% para 0,35%) sob a pressão da tarifa aérea (de -1,49% para 4,27%) e comunicação (de 0,10% para 0,27%) com a correção da tarifa de telefone residencial (de -0,49% para -0,03%).

Já nos demais grupos caiu o ritmo de reajustes. Em saúde e cuidados pessoais (de 0,72% para 0,60%) com a redução na velocidade de alta dos medicamentos em geral (de 1,16% para 0,54%) e em despesas diversas (de 0,20% para 0,01%) com recuo na média de preços do serviço religioso e funerário (de 0,26% para -0,71%).

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As cinco maiores altas do período de um mês encerrado em 7 de junho foram: refeições em bares e restaurantes (de 0,57% para 0,64%); mamão papaya (de 20,44% para 30,83%); aluguel residencial (de 0,59% para 0,89%); leite tipo longa vida (de 3,47% para 3,68 %) e mão de obra para reparos em residência (de 1,78% para 1,47%).

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