O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou o mês de junho em alta de 0,35% ante 0,37% percentual apurado na terceira prévia do mês. Esse pequeno decréscimo foi influenciado pelo grupo alimentação que passou de 0,20% para 0,02%. Houve recuo das frutas de 1,33% ante 0,94% no período anterior.

Também houve influência do grupo vestuário com variação de 0,59% ante 0,71% na terceira prévia. Neste último caso, o destaque foi o vestuário feminino – que teve elevação mais lenta – passando de 0,93% para 0,70%.

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que seis dos oito grupos pesquisados apresentaram avanços em relação à apuração da terceira prévia do mês. A taxa mais expressiva foi constatada em saúde e cuidados pessoais com 0,48% ante 0,34% e foi puxada pelos medicamentos em geral cujo valor médio cobrado foi revertido de uma queda de 0,08% para uma alta de 0,23%.

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Nos demais grupos ocorreram as seguintes oscilações: em educação, leitura e recreação, alta de 0,35% ante 0,23%. Para isso, contribui a alta de 12,66% da passagem aérea ante uma alta anterior de 5,21%; habitação passou de 0,64% para 0,67%, influenciada pela tarifa elétrica residencial que chegou a 0,43% ante 0,18%; transportes subiram de 0,29% para 0,30%, com destaque para a recuperação de preço da gasolina, que tinha caído 0,71% e fechou o mês com queda de 0,47%; comunicação teve pequena alteração com 0,23% ante 0,22% e entre os itens de pressão inflacionária o destaque foi a tarifa de telefone com elevação de 0,74% ante 0,55%. O grupo despesas diversas apresentou acréscimo de 0,16% ante 0,14%, resultado alcançado sob o efeito da clínica veterinária, reajustada em 0,94% ante 0,57%.

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Os itens com maior influência de alta foram: tarifa de ônibus urbano que passou de 2,09% para  2,10%; refeições em bares e restaurantes de 0,57% para 0,68 %; condomínio de 1,11% para  1,71%; aluguel residencial de 0,81% para 0,75% e leite tipo longa vida de 3,63% para  3,90%.

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