Mariana Nicoliello, que conseguiu 42 autógrafos durante a Flip 2013 (Foto: Flavio Moraes/G1)
Mariana Nicoliello, que conseguiu 42 autógrafos durante a Flip 2013 (Foto: Flavio Moraes/G1)

A advogada mineira Mariana Nicoliello voltou para a casa com as malas cheias após conferir a 11ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty, encerrada no domingo (7). Ela teve 41 livros autografados por convidados do evento literário, além da obra “Poema sujo” assinada pelo poeta Ferreira Gullar, em atração paralela à festa. “O mais difícil foi o autógrafo do Ferreira Gullar. Acho que ele só deu três autógrafos. Tive que chegar bem antes [da hora de início]”, contou.

Ele explica o que fez para vencer a concorrência. “Eu estava na frente”, respondeu a advogada. Mariana recomendou pontualidade e agilidade para garantir as assinaturas. “O segredo é sair da mesa imediatamente” ou, explica ela, ter uma pessoa que guarde um lugar na fila dos autógrafos.

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A advogada contou que compareceu às últimas sete edições da Flip, o que já lhe dá rodagem no assunto. “Todo ano a gente pega, eu e meu pai. A gente tem um biblioteca com oito mil livros em casa. Não é tudo meu, muita coisa é herdada do meu pai”, explicou. “Na biblioteca lá de casa a gente tem, assim, o setor da Flip, que separa por [edição da] Flip, por dias”.

Os novos títulos da coleção de Mariana não foram provenientes apenas da festa de Paraty. Ela revelou que não tem o hábito de ir a outros eventos literários, mas vive em busca de novidades. “A gente [ela e o pai] sempre está em livrarias, sempre está em algum lançamento. A gente tem amigos que trabalham com isso e às vezes pegam autógrafos pra gente”, contou.

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Mariana confessa que não dá tempo de ler tudo, mas sustenta que consegue fazer a leitura da maior parte dos livros autografados na Flip. Segundo ela, dos 42 títulos que ela conseguiu as dedicatórias e vai levar para casa, em Baependi (MG), a maioria foi comprada durante o evento. O resto, levou de casa.

Das obras, ela revelou que leu “Barba ensopada de sangue”, de Daniel Galera, mas está ansiosa por iniciar a leitura de “O encantador: Nabokov e a felicidade”, de Lila Azam Zanganeh.

É também o autógrafo da escritora o que Mariana irá guardar com mais carinho. “Ela foi muito simpática”, contou a advogada, que disse ser, como Azam Zanganeh, familiar à obra de Vladimir Nabokov.

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