Mais de 300 contratos já foram liberados pelo Ministério da Pesca e Aquicultura em Mato Grosso para implantação de projetos de piscicultura financiados com recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf-Pesca), incluindo pela primeira vez, este ano, no Plano Safra. O objetivo do financiamento de pequenos projetos de piscicultura, como ocorre na agricultura familiar, é aumentar a oferta de pescado e ao mesmo tempo diminuir a pressão da pesca nativa nos rios que se acentua de ano para ano para atender a demanda de consumo.

Para o presidente da Federação da Pesca e Aquicultura de Mato Grosso, Lindemberg Gomes de Lima, também pescador e criador de peixes em tanques, o incentivo à pequena piscicultura vem em boa hora, pois além de assegurar em curto prazo a sobrevivência de milhares de famílias ribeirinhas que vivem da pesca extrativista, garante o abastecimento do mercado com um produto de alta qualidade e reduz a pressão aos estoques pesqueiros. O consumo de peixes aumenta a cada ano como consequência natural dos reajustes periódicos dos preços das carnes de bovinos e suínos.

A liberação de recursos para abertura de açudes e desvios parciais de cursos d’água para alimentar os tanques obedecem a rigorosos critérios e passam, inclusive, pelo crivo da Secretaria de Estado do Meio Ambiente – Sema e de outros órgãos do setor em nível municipal, estadual e federal. Nas áreas onde existem nascentes e pequenos rios ou riachos, os piscicultores terão que conservar a vegetação ou revitalizar com essências nativas as suas ime3diações e margens, transformando a piscicultura familiar numa atividade econômica e ambientalmente correta.

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A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural – Empaer, cujos técnicos especializados estão envolvidos com a elaboração dos projetos dos piscicultores familiares, não tem ainda uma estimativa de quantos ribeirinhos serão beneficiados pelo Pronaf-Pesca. Mas devem ser milhares, pois só a Z 1, a Colônia de Pescadores de Cuiabá, tem mais de 9 mil associados. O programa de incentivo aos pequenos piscicultores vai atender pescadores das 21 colônias espalhadas por Mato Grosso. Mas, certamente, muitos não passarão pela criteriosa análise do Ministério da Pesca e Aquicultura e depois pelo Banco do Brasil, o agente financeiro do programa.

Para ambientalistas, a criação de peixes em tanques é a solução diminuir a pressão sobre os estoques pesqueiros, que, por sinal já andam bastante reduzidos. Tanto é que durante a Semana Santa, quando tradicionalmente aumenta o consumo de peixes, muito pescado que os cuiabanos comem vem de rios da Amazônia, pois nem o Pantanal Mato-grossense consegue mais repor seus estoques nativos. Proibir a pesca por um período de três anos ou mais, como defendia o ex-governador Blairo Maggi, nem pensar: mesmo com a baixa piscosidade dos rios mato-grossenses, milhares de famílias continuam vivendo da exploração desse recurso da natureza.

Mais de 300 contratos já foram liberados pelo Ministério da Pesca e Aquicultura em Mato Grosso para implantação de projetos de piscicultura financiados com recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf-Pesca), incluindo pela primeira vez, este ano, no Plano Safra. O objetivo do financiamento de pequenos projetos de piscicultura, como ocorre na agricultura familiar, é aumentar a oferta de pescado e ao mesmo tempo diminuir a pressão da pesca nativa nos rios que se acentua de ano para ano para atender a demanda de consumo.

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Para o presidente da Federação da Pesca e Aquicultura de Mato Grosso, Lindemberg Gomes de Lima, também pescador e criador de peixes em tanques, o incentivo à pequena piscicultura vem em boa hora, pois além de assegurar em curto prazo a sobrevivência de milhares de famílias ribeirinhas que vivem da pesca extrativista, garante o abastecimento do mercado com um produto de alta qualidade e reduz a pressão aos estoques pesqueiros. O consumo de peixes aumenta a cada ano como consequência natural dos reajustes periódicos dos preços das carnes de bovinos e suínos.

A liberação de recursos para abertura de açudes e desvios parciais de cursos d’água para alimentar os tanques obedecem a rigorosos critérios e passam, inclusive, pelo crivo da Secretaria de Estado do Meio Ambiente – Sema e de outros órgãos do setor em nível municipal, estadual e federal. Nas áreas onde existem nascentes e pequenos rios ou riachos, os piscicultores terão que conservar a vegetação ou revitalizar com essências nativas as suas ime3diações e margens, transformando a piscicultura familiar numa atividade econômica e ambientalmente correta.

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A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural – Empaer, cujos técnicos especializados estão envolvidos com a elaboração dos projetos dos piscicultores familiares, não tem ainda uma estimativa de quantos ribeirinhos serão beneficiados pelo Pronaf-Pesca. Mas devem ser milhares, pois só a Z 1, a Colônia de Pescadores de Cuiabá, tem mais de 9 mil associados. O programa de incentivo aos pequenos piscicultores vai atender pescadores das 21 colônias espalhadas por Mato Grosso. Mas, certamente, muitos não passarão pela criteriosa análise do Ministério da Pesca e Aquicultura e depois pelo Banco do Brasil, o agente financeiro do programa.

Para ambientalistas, a criação de peixes em tanques é a solução diminuir a pressão sobre os estoques pesqueiros, que, por sinal já andam bastante reduzidos. Tanto é que durante a Semana Santa, quando tradicionalmente aumenta o consumo de peixes, muito pescado que os cuiabanos comem vem de rios da Amazônia, pois nem o Pantanal Mato-grossense consegue mais repor seus estoques nativos. Proibir a pesca por um período de três anos ou mais, como defendia o ex-governador Blairo Maggi, nem pensar: mesmo com a baixa quantidade de peixes nos rios mato-grossenses, milhares de famílias continuam vivendo da exploração desse recurso da natureza.

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