Em Rondonópolis foram suspensas as atividades na Santa Casa, Hospital Materclin, Hospital Psiquiátrico Paulo de Tarso e no Hospital Regional Irma Elsa Giovanella. Foto: Ricardo Costa/AGORA MT
Em Rondonópolis foram suspensas as atividades na Santa Casa, Hospital Materclin, Hospital Psiquiátrico Paulo de Tarso e no Hospital Regional Irma Elsa Giovanella. Foto: Ricardo Costa/AGORA MT

O Hospital e Maternidade Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis e ponto de encontro, nesta sexta-feira (05), dos enfermeiros que fazem paralisação das atividades em cobrança de melhorias.

O delegado da região sul do Sindicato dos profissionais de enfermagem (SINPEN), Ivair Souza, explicou que os enfermeiros tem a jornada de trabalho de 12h por 36h de folga, o que resulta em uma carga horária de 180h mensal e a categoria cobra dois dias de folga na escala para que possam descansar e oferecer um serviço de melhor qualidade aos usuários dos serviços de saúde.

Ivair relata que o baixo piso salarial é um dos fatores que leva os enfermeiros a terem dois empregos e tornar a jornada ainda mais intensa, e por esse motivo os profissionais cobram reajuste salarial.

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Com a paralisação foram suspensos 50% dos atendimentos nos hospital e 30% nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), a continuidade da greve ou adesão de municípios que ainda não suspenderam as atividades será definida ainda hoje na reunião que acontece no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Cuiabá, entre SINPEN e os proprietários dos hospitais.

Em Rondonópolis foram suspensas as atividades na Santa Casa, Hospital Materclin, Hospital Psiquiátrico Paulo de Tarso e no Hospital Regional Irma Elsa Giovanella.

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