Diretores da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Rondonópolis estiveram reunidos com o chefe do Gabinete de Apoio à Segurança Pública de Rondonópolis  Anderson Rocha e o comandante do 5º Batalhão de Polícia Militar Major Sandro Barbosa para solicitar mais segurança para os comerciantes diante de tantos casos registrados de roubos, furtos e até mesmo latrocínios (roubo seguido de morte).

Diante dos questionamentos, a resposta de melhoria para o setor será um novo convênio entre município e estado através do gabinete para a aquisição de oito novas viaturas, sendo seis veículos de passeio e duas caminhonetes que passarão a dar reforço de segurança para a população, com isso, subirão para 23 guarnições no município. O número ideal de guarnições para dar segurança à população seria de 33 para uma cidade de 200 mil habitantes. Novamente o pessoal usado será da Polícia Militar que possui atualmente 270 homens na corporação. Segundo a PM, não haverá problemas de escala e de sobrecarga de trabalho para os policiais.

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O advogado Anderson, que assumiu recentemente o Gabinete de Apoio à Segurança Pública do município, destacou que a licitação para combustíveis já está encaminhada e que estão sendo tomadas providências no sentido de organizar a vinda de viaturas. “O município está atento para o que vem ocorrendo na área de segurança e está fazendo o que é possível para auxiliar o Estado”, destacou. Ele também declarou que a atual administração quer ser piloto no projeto de tornozeleiras para uso dos reeducandos que estão no regime semi-aberto (detentos que ficam parte do dia fora da Mata Grande). Com a tornozeleira, o detento poderá ser monitorado pelas autoridades.

Para major Sandro, um dos problemas que agravam a questão da segurança pública é o uso de drogas. “Temos muitos viciados que furtam em roubam em decorrência do vício ou para pagar contas do tráfico. Não sabemos qual será a reação dessa pessoa na hora de cometer o crime por isso sempre alertamos para a vítima não reagir”, afirmou o major Sandro.

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A presidente da CDL, Eliane Queiroga, ressaltou que a onda de roubos com vítimas feridas ou mortas está amedrontando a população e também os comerciantes. Ela lembrou que a classe paga muitos impostos e não está tendo o devido sossego para trabalhar. “O que o comerciante quer é chegar na loja trabalhar e ir embora com segurança”, frisou. A presidente já foi vítima de ladrões tanto de roubo quanto de furto. Ela destaca que até o reforço de viaturas chegar será necessário contar com a ajuda divina. “Até lá precisamos só rezar, então”.

Também participaram da reunião os diretores da CDL, Neles Walter Ferreira de Farias, Roberto Shimada e Itamar Tanko Torremocha Fim e Maurício Pugas.

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